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Estabelecia normas e punições para o corte da madeira, pois já era rotineiro o descaso dos colonizadores em relação ao uso dos nossos recursos naturais.
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Após as marcantes publicações de Charles Darwin e Thomas Huxley, neste livro o autor aponta os sinais de degradação do meio ambiente devido à ação humana, mas também menciona a equivocada concepção de natureza como algo a ser degradado e consumido.
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Ernest Haeckel propõe o termo para os estudos das relações entre as espécies e seu ambiente.
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Criação do Parque Nacional de Yellowstone, o primeiro parque nacional do mundo com princípio preservacionista.
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Ao perceberem os efeitos negativos das formas de utilização da terra com o gado, a cafeicultura e a silvicultura, o decreto de lei do país torna-se a Lei n° 4.771 e institui o Código Florestal. Como efeito, o Parque Nacional de Itatiaia torna-se a 1ª Unidade de Conservação do Brasil.
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É uma organização que busca influenciar, encorajar e assistir sociedades de todo o mundo para a conservação da natureza, e assegurar que todo e qualquer uso dos recursos naturais seja equitativo e ecologicamente sustentável.
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Organizado pela União Internacional para a Conservação da Natureza – UICN.
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Após o smog, um ar densamente poluído que causou a morte de 1.600 pessoas, o governo inglês promulgou esta lei estabelecendo limites para a emissão de poluentes.
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Nesta obra, a bióloga alerta sobre o agravamento dos impactos ambientais, do uso de pesticidas e poluentes químicos e suas consequências na perda de qualidade de vida dos ecossistemas e da população.
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Embora o termo já fosse utilizado por alguns professores, nesta conferência da Grã-Bretanha, na Universidade de Keele, surge o termo Educação Ambiental, colocando esta como parte essencial da educação de todos os cidadãos.
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Um grupo de cientistas une-se em Roma para discutir a crise ambiental e assim fica conhecido como "Clube de Roma".
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O documento foi publicado com o objetivo de mostrar como seria o futuro da humanidade, caso não houvesse transformações bruscas de comportamento e mentalidade.
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Mais conhecida como Conferência de Estocolmo, o evento realizado pela ONU reuniu representantes de 113 países e gerou um dos documentos mais importantes para o movimento ambientalista: a Declaração sobre o Ambiente Humano. Esta declaração atenta para a necessidade de um critério e de princípios comuns que ofereçam aos povos do mundo inspiração e guia para preservar e melhorar o meio ambiente humano.
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Após a Conferência de Estocolmo, no Brasil criou-se o primeiro organismo de gestão ambiental: a Secretaria Especial do Meio Ambiente (SEMA). Este órgão foi importante para as discussões nesse contexto, embora não trabalhasse com a Educação Ambiental por motivos políticos.
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Este evento foi promovido pela UNESCO em Belgrado com a participação de 65 países. Nele gerou-se a "Carta de Belgrado", a qual expressava a necessidade do exercício de uma nova ética global que proporcionasse a erradicação da pobreza, da fome, do analfabetismo, da poluição e da dominação e exploração humana.
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Este encontro aconteceu em Tbilisi, na Geórgi. Nele deu-se continuidade aos ideias da Conferência de Estocolmo e desenvolveu a 1ª fase do Programa Internacional de Educação Ambiental, criado em Belgrado. Deliberaram-se os objetivos e características da EA, as estratégias a serem tomadas pelo programa e um chamamento para os países membros para incluí-la na educação escolar.
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Realizado em San José, Costa Rica, o evento contribuiu para as discussões a respeito da importância e das políticas de Educação Ambiental.
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No ano de 1981, no Brasil foi sancionada a Lei 6.938, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente e criou-se o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA).
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Através do Parecer 819/85 o MEC reforça a necessidade da Educação Ambiental (EA) em todas as áreas de conhecimento do 1° e 2° graus, delegando à escola grande contribuição no sentido de formação da consciência ecológica dos cidadãos que nela são formados.
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Também conhecido como Relatório Brundtland, o documento inaugura a terminologia “desenvolvimento sustentável”.
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O encontro avaliou os avanços obtidos desde Tbilisi e reafirmou os princípios de educação ambiental e assinalar a importância e necessidade da pesquisa e da formação em Educação Ambiental.
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"Declaração de Caracas sobre Gestão Ambiental na América", que denunciaria a necessidade de mudança no modelo de desenvolvimento. No Brasil, a Constituição Brasileira passou a dispor no capítulo VI, no artigo 225, sobre o meio ambiente e afins, e, por meio da Lei 7.735, criou-se o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA). Neste ano, promoveram-se eventos para a discussão da Educação Ambiental no país.
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O “Primeiro Seminário sobre materiais para a Educação Ambiental”, em Santiago, Chile e a “Declaração de Haia”, preparatória da RIO 92, que demonstra a importância da cooperação internacional nas questões ambientais.
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Na Conferência Mundial sobre Educação para Todos realizada em Jomtien, Tailândia, o documento garantia o acesso de todos à educação. Quanto à Educação Ambiental destacava-se a contribuição para a conquista de um mundo mais seguro, mais sadio e mais próspero com progresso em todas as áreas e cooperação internacional.
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Declarado pela ONU, gerou discussões ambientais em todo o mundo.
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Portaria 978/91 e 2421/91 determinam a Educação Ambiental no currículo e na formação de professores, bem como grupos de trabalho de Educação Ambiental.
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Essa conferência foi reconhecida como o encontro internacional mais importante para a sociedade num todo, pois a partir dele a política ambiental ganhou mais força e apoio, e os ideais de sociedades sustentáveis ganharam visibilidade e tornaram-se metas e planos de governo. A "Agenda 21", "Declaração sobre Desenvolvimento e Meio Ambiente", "Carta da Terra" e o "Tratado de Educação Ambiental para sociedades sustentáveis e responsabilidade global", surgiram nesta conferência.
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Objetiva promover a Educação Ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para garantir o meio ambiente ecologicamente equilibrado.
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O evento culminou na assinatura do Protocolo de Kyoto, em que os países mais industrializados e poluidores se comprometiam de reduzir suas emissões de gases estufa.
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A conferência teve por objetivo criar um espaço para reflexão sobre as práticas da educação ambiental no Brasil, avaliando suas tendências e identificando as perspectivas e estratégias futuras. Neste mesmo ano, o MEC divulga os novos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), introduzindo o meio ambiente nas temáticas transversais.
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Neste evento promulgou-se a "Declaração de Thessaloniki", a qual trouxe várias recomendações, como exortar governos e líderes de todo o mundo para que honrassem os compromissos já assumidos durante a série de Conferências das Nações Unidas.
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Este evento foi um encontro para avaliar os avanços e traçar meios de alcançar os objetivos definidos na Rio-92. Um dos documentos que surgiram foi a "Declaração de Joanesburgo" em que as nações reafirmam o seu compromisso com as metas da Agenda 21 e no alcance do desenvolvimento sustentável. O outro foi o Plano de Implementação, o qual estabelece o objetivo de erradicação da pobreza, a mudança nos padrões insustentáveis de produção e consumo e a proteção dos recursos naturais.
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O objetivo desta conferência era debater os novos temas ambientais que surgiram nessa pauta e fazer um balanço dos avanços que foram feitos desde a conferência de 1977. A grande importância dessa primeira conferência está no fato de que foi nela que elaboraram os princípios e objetivos da educação ambiental. Foi aprovada a "Declaração de Ahmedabad: uma chamada para a ação. Educação para a vida, a vida pela educação".
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Buscou renovar o compromisso político com o desenvolvimento sustentável, verificando o que foi feito desde a ECO-92, e quais eram as lacunas ainda existentes na implementação dos resultados. Discutiu outros temas como: a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.