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A revolução liberal aconteceu devido ao descontentamento popular, pelas más condições económicas. Existiram dois grupos em confronto, os liberalistas e os absolutistas. A revolução teve como resultado a Constituição de 1820, que limitou os poderes do rei, levando a uma monarquia constitucional. -
A luta pela independência do Brasil ocorreu devido ao descontentamento do povo brasileiro, por causa da exploração colonial e de Portugal estar a controlar todas as decisões económicas e administrativas do Brasil. D. Pedro I deixou de ser príncipe regente de Portugal para ser imperador do Brasil. -
Devido a esta constituição, passou a haver separação de poderes entre o monarca, o legislativo e o judiciário, ou seja o monarca passou a não governar de forma absoluta. -
A revolta de D. Miguel, que se faz proclamar rei absoluto, foi motivada pela disputa dinástica entre ele e o seu irmão, D. Pedro IV, pela luta ao trono. D. Miguel era absolutista e achava que a Constituição de 1820 não devia existir, ao contrário do seu irmão que era liberalista. Este acontecimento desencadeou a guerra civil. -
O Desembarque Liberal no Porto ocorreu a 8 de julho de 1832 e foi causado por um conflito político entre liberais e absolutistas.
O Desembarque Liberal no Porto desencadeou a Guerra Civil Portuguesa, um conflito prolongado entre liberais e miguelistas.
Após anos de combates e conflitos, as forças liberais conseguiram derrotar os miguelistas, estabelecendo o controle liberal sobre Portugal. Isso resultou na adoção de uma constituição e na restauração de uma monarquia constitucional. -
A Constituição de 1838 aconteceu devido à instabilidade e ao conflito político.
D. Maria II teve um papel importante na aprovação da constituição. Os liberais buscavam reformas políticas e mais poder para o Parlamento, enquanto os conservadores eram mais favoráveis ao poder imperial.
A Constituição de 1838 estabeleceu um sistema de governo que buscava equilibrar os poderes do monarca com os do Parlamento, concedendo certos direitos e liberdades aos cidadãos. -
As revoltas populares ocorreram devido ao descontentamento do povo português com as condições sociais e económicas, em relação ao governo e à influência dos britânicos nas decisões portuguesas.
Maria da Fonte foi uma figura popular que liderou a revolta.
Esta revolta teve como efeito a queda do governo, levando a mudanças na liderança política em Portugal.
A Revolta de Patuleia foi um conflito entre liberais (patuleias) e absolutistas (miguelistas), na qual resultou na vitória dos liberais. -
O Golpe do Gen. Saldanha aconteceu devido a Portugal estar a passar por um período de instabilidade após a Revolução da Maria da Fonte. Muitos setores da sociedade, queriam restabelecer a estabilidade política.
O Gen. Saldanha liderou o golpe e tornou-se uma figura central na restauração da ordem. As elites conservadoras interessadas na estabilidade política apoiaram o golpe de Saldanha.
Este golpe marcou o início da era da Regeneração, que se caracterizou por um governo mais conservador. -
Antes do Fontismo, Portugal enfrentava uma instabilidade política após várias mudanças de regime ao longo do tempo.
António Cabral liderou o movimento Fontista e estabeleceu um governo autoritário com o objetivo de restaurar a ordem e a estabilidade política, apoiado pela Rainha Maria II, que o nomeou como regente do reino.
O governo Fontista suspendeu a Constituição de 1826. Sob este governo, houve esforços para modernizar a administração pública, o exército e as finanças do país. -
O primeiro caminho de ferro em Portugal foi inaugurado em 1856, com 26 km, entre Lisboa e o Carregado.
A necessidade de um meio de transporte rápido e eficiente para mercadorias e passageiros era evidente. A construção de um caminho-de-ferro representava um passo em direção à modernização e ao desenvolvimento económico.
A primeira linha de caminho-de-ferro serviu como um ponto de partida para a expansão da rede ferroviária em Portugal, ligando diferentes regiões e cidades do país. -
A necessidade de transmitir informações de forma rápida e eficiente, especialmente em situações militares e comerciais, permitindo o comércio internacional mais eficiente, motivou o interesse em criar um sistema de comunicação mais rápido do que a correspondência tradicional.
A introdução do telégrafo representou um passo em direção à modernização tecnológica em Portugal, incentivando o desenvolvimento de infraestrutura de telecomunicações no país. -
A Companhia União Fabril foi uma importante empresa portuguesa do setor químico e têxtil, fundada pelo empresário Alfredo da Silva. A CUF era o maior grupo industrial da Península Ibérica e o 5º maior da Europa.
A CUF desempenhou um papel importante na diversificação da economia portuguesa, reduzindo a dependência do país em setores agrícolas. -
Muitos jornalistas e ativistas, como Bernardino Machado e José Relvas, desempenharam um papel fundamental na fundação do Partido Republicano. Eles divulgaram as ideias republicanas por meio de jornais, recebendo um grande apoio popular.
A existência deste partido levou a conflitos políticos com o governo monárquico. O partido desempenhou um papel importante no enfraquecimento da monarquia, que tempo depois levou à Revolução Republicana de 1910 e à Primeira República Portuguesa. -
A primeira central telefónica de Portugal era conhecida como "Central Telefónica da Estrela" e estava localizada no bairro da Lapa, em Lisboa.
A invenção do telefone por Alexander Bell trouxe uma nova tecnologia que permitia a comunicação por voz à distância, o que despertou o interesse em sua aplicação em Portugal.
A instalação da primeira central telefônica proporcionou uma forma mais rápida e eficiente de comunicação, beneficiando empresas, instituições e a sociedade em geral. -
A Ponte D. Luís I, é uma ponte em estrutura metálica com dois tabuleiros, construída entre os anos 1881 e 1886, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia separadas pelo rio Douro, em Portugal.
Esta construção veio substituir a antiga ponte que existia no mesmo local e foi realizada mediante o projeto do engenheiro belga Théophile Seyrig. -
O mapa cor-de-rosa colidia com os interesses britânicos de construir uma linha de caminho de ferro, entre o Egito e a África do Sul. Os britânicos enviaram ao governo português, um Ultimato, exigindo que Portugal retirasse as suas tropas do território que separava Angola de Moçambique, Portugal teve de ceder, pois não tinha nem dinheiro nem gente para povoar aquele território. -
Um grupo de militares e civis republicanos liderou a tentativa de golpe, como o objetivo de derrubar a monarquia e estabelecer uma república. Houve confrontos nas ruas do Porto entre os republicanos e as forças leais à monarquia. A tentativa de golpe não foi bem sucedida, e a monarquia durou por mais algumas décadas. Após este fracasso, muitos dos envolvidos foram presos ou perseguidos pelas autoridades. -
O Regicídio de 1908 foi o assassinato do Rei D. Carlos I e do seu filho, Luís Filipe, por assassinos republicanos, que defendiam a substituição da monarquia por uma república.
Este regicídio agravou a instabilidade política, enfraquecendo ainda mais a monarquia.
Depois deste acontecimento os republicanos ganharam mais apoio do povo. -
A revolução que conduziu à Implantação da República foi liderada pelo Partido Republicano Português, constituído principalmente por um grupo de militares e políticos.
A Implantação da República resultou na queda do regime monárquico em Portugal, com a retirada do rei D. Manuel II do poder.
A República estabeleceu um novo sistema político em que o poder era exercido por representantes eleitos. A Com a Implantação da República criou-se uma nova constituição, que separava o Estado e a Igreja.