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O Liberalismo

  • Beresford embarca para Inglaterra

    Beresford embarca para Inglaterra
    Beresford foi impedido pela Junta de desembarcar em Lisboa e regressou à Grã-Bretanha.
  • Revolta militar no Porto

    Revolta militar no Porto
    O movimento articulado no Porto pelo Sinédrio eclodiu no dia 24 de Agosto de 1820. Ainda de madrugada, grupos de militares dirigiram-se para o campo de Santo Ovídio (atual Praça da República), onde formaram em parada, ouviram missa e uma salva de artilharia anunciou públicamente o levante. Às oito horas da manhã, os revolucionários reuniram-se nas dependências da Câmara Municipal, onde constituíram a "Junta Provisional do Governo Supremo do Reino."
  • Revolta militar em Lisboa

     Revolta militar em Lisboa
    A revolução espalhou-se rapidamente, sem resistências, para outros centros urbanos do país, consolidando-se com a adesão de Lisboa.
    Aqui, a 15 de setembro de 1820, um movimento de oficiais subalternos, desencadeado pelo tenente Aurélio José de Moraes, com o apoio da burguesia e de populares, depôs os Regentes e constituiu um governo interino.
  • Extinção do Tribunal do Santo Ofício - a Inquisição

    Extinção do Tribunal do Santo Ofício - a Inquisição
    O termo Inquisição refere-se a várias instituições dedicadas à supressão da heresia no seio da Igreja Católica. A Inquisição foi criada inicialmente para combater o sincretismo entre alguns grupos religiosos, que praticavam a adoração de plantas e animais e utilizavam mancias.
  • Fundação do Banco de Lisboa (futuro Banco de Portugal)

    Fundação do Banco de Lisboa (futuro Banco de Portugal)
    O Banco de Lisboa (1821 — 1846) foi o primeiro banco que existiu em Portugal,[1] tendo sido fundado em 31 de Dezembro de 1821 por iniciativa do parlamento constituinte saído da Revolução Liberal do Porto ocorrida em Agosto do ano anterior e de um grupo de capitalistas portugueses.
  • D. João VI nomeia D. Pedro regente e seu lugar-tenente no Brasil

    D. João VI nomeia D. Pedro regente e seu lugar-tenente no Brasil
    Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política do território brasileiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), no início do século XIX, e a instituição do Império do Brasil (1822-1889), no mesmo ano. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga".
  • D. João VI, e a Corte, regressam a Portugal

    D. João VI, e a Corte, regressam a Portugal
    Os navios com o rei e sua comitiva entraram no porto de Lisboa em 3 de julho. Sua volta fora orquestrada de modo a não dar a entender que o rei se sentira coagido, mas de fato já se havia instaurado um novo ambiente político.[4] Elaborada a Constituição, o rei foi obrigado a jurá-la em 1º de outubro de 1822, perdendo diversas prerrogativas.
  • Proclamação da Independência do Brasil por D. Pedro IV

    Proclamação da Independência do Brasil por D. Pedro IV
    Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política do território brasileiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822), no início do século XIX, e a instituição do Império do Brasil (1822-1889), no mesmo ano. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga".
  • Promulgação da Constituição Portuguesa.

    Promulgação da Constituição Portuguesa.
    A Constituição Política da Monarquia Portuguesa aprovada em 23 de Setembro de 1822 foi a primeira lei fundamental portuguesa e o mais antigo texto constitucional português, o qual marcou uma tentativa de pôr fim ao absolutismo e inaugurar em Portugal uma monarquia constitucional.
  • D. João VI jura a Constituição.

     D. João VI jura a Constituição.
    D. João VI jura a Constituição. A rainha, D. Carlota Joaquina recusa-se a jurá-la, sendo transferida do Paço da Bemposta para a Quinta do Ramalhão.
  • D. Pedro é aclamado imperador do Brasil com o título de D. Pedro I.

    D. Pedro é aclamado imperador do Brasil com o título de D. Pedro I.
    A visão histórica ensinada nas escolas até os dias atuais é a de que um dom Pedro I autoritário e despótico teria entrado em conflito com a liberal e democrática Assembleia, fechando esta última contra a vontade do povo brasileiro e acabando por outorgar (impôr) uma Constituição de cunho absolutista sobre o país.
  • Sublevação do infante D. Miguel, em Vila Franca de Xira (Vila Francada).

    Sublevação do infante D. Miguel, em Vila Franca de Xira (Vila Francada).
    Sublevação do infante D. Miguel, em Vila Franca de Xira, e que ficou por isso conhecido pela Vila Francada. A Constituição é abolida, e o regime absoluto é restabelecido. D. Miguel é nomeado comandante-chefe do Exército, com o tíitulo de generalíssimo.
  • Abrilada: Novo golpe de D. Miguel.

    Abrilada: Novo golpe de D. Miguel.
    Movimento militar desencadeado pelas acções de D. Miguel, de dia 20 a 30 de Abril de 1824.
    Como objectivo, visava-se a salvação do reino dos perigos do liberalismo. D. João VI, sob pressão diplomática, desautorizou D. Miguel, retirando-lhe o cargo de comandante do exército.
    A 13 de Maio, o Infante partiu para o exílio.
  • Fundação das escolas Régias de Cirurgia de Lisboa e Porto.

    Fundação das escolas Régias de Cirurgia de Lisboa e Porto.
    A Escola Médico-Cirúrgica do Porto (1836-1911) foi um estabelecimento de ensino superior, na área médica e farmacêutica, criado na cidade do Porto no âmbito da reforma educativa de Passos Manuel. Sucedeu à Régia Escola de Cirurgia do Porto, uma instituição criada em 1825 por D. João VI de Portugal, que funcionava em ligação com o Hospital da Misericórdia do Porto.
  • Reconhecimento da independência do Brasil por Portugal.

    Reconhecimento da independência do Brasil por Portugal.
    Depois da proclamação da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, o governo de Dom Pedro I buscou o reconhecimento internacional da emancipação brasileira. Buscar este reconhecimento era necessário para que o Brasil não ficasse isolado economicamente.
  • Morte de D. João VI.

    Morte de D. João VI.
    Em 4 de março de 1826, Dom João, vindo do Mosteiro dos Jerônimos onde almoçara, recolheu-se ao Paço da Bemposta sentindo-se mal. Iniciaram vômitos, convulsões e desmaios, que duraram alguns dias. O enfermo pareceu melhorar, mas por prudência designou sua filha, a infanta Isabel Maria, como regente. Na noite do dia 9 a moléstia se agravou, e perto das 5 horas do dia 10, faleceu.
  • D. Pedro é reconhecido como legítimo rei de Portugal, com o título de D. Pedro IV.

    D. Pedro é reconhecido como legítimo rei de Portugal, com o título de D. Pedro IV.
    Em 1826 D. Pedro torna-se Rei de Portugal, tendo abdicado cerca de sete dias depois em favor da sua filha Maria da Glória e regressado novamente ao Brasil, já que a Constituição brasileira não lhe permitia ser monarca de dois países.
  • D. Pedro IV outorga a Carta Constitucional.

    D. Pedro IV outorga a Carta Constitucional.
    A Carta Constitucional da Monarquia Portuguesa de 1826 foi a segunda Constituição Portuguesa. Teve o nome de Carta Constitucional por ter sido outorgada pelo rei D. Pedro IV (D. Pedro I do Brasil) e não redigida e votada por Cortes Constituintes eleitas pela Nação, tal como sucedera com a anterior Constituição Política da Monarquia Portuguesa de 1822.
  • D. Pedro IV nomeia os Pares do Reino.

    D. Pedro IV nomeia os Pares do Reino.
    D. Pedro IV nomeia os Pares do Reino de acordo com o estabelecido pela Carta.
  • D. Pedro IV abdica a favor da filha Maria.

    D. Pedro IV abdica a favor da filha Maria.
    indecisão entre o Brasil e Portugal contribuiu para minar a popularidade e o prestígio de D. Pedro I. Os problemas do Imperador agravaram-se a partir de 1825, quando, no plano interno, fracassavam as forças brasileiras na Campanha Cisplatina (1825 - 1827). O Imperador chegou a ir ao Rio Grande do Sul, a fim de participar pessoalmente da campanha, no final de 1826.
  • A Carta Constitucional é publicada em Lisboa.

    A Carta Constitucional é publicada em Lisboa.
    A Carta Constitucional foi publicada em Lisboa a 12 de Julho de 1826 pela imprensa.
  • Início das revoltas militares absolutistas.

    Início das revoltas militares absolutistas.
    Pronunciamentos militares absolutistas, em Chaves, Bragança, Vila Viçosa, Estremoz, Vila Real e no Algarve, que foram sufocados até ao dia 26.
  • A infanta D. Isabel Maria, torna-se regente em nome de D. Maria II.

    A infanta D. Isabel Maria, torna-se regente em nome de D. Maria II.
    No dia 6 de Março de 1826, D. João VI, doente, nomeou uma regência presidida pela infanta D. Isabel Maria, de vinte e cinco anos, a qual vigoraria, mesmo com a morte do rei, até que o legítimo herdeiro e sucessor da Coroa aparecesse. Ela foi regente de Portugal até 26 de Fevereiro de 1828. D. João VI morreu quatro dias depois do decreto.
  • Uma divisão do Exército inglês (5.000 homens) chega a Lisboa para apoiar o regime constitucional português (D.Pedro).

    Uma divisão do Exército inglês (5.000 homens) chega a Lisboa para apoiar o regime constitucional português (D.Pedro).
    Uma divisão do Exército inglês de 5.000 homens, comandada pelo general Sir William Henry Clinton chega a Lisboa, mostrando o apoio britânico ao regime constitucional português. A divisão regressará a Inglaterra em Abril de 1828.
  • Chegada de D. Miguel a Lisboa.

    Chegada de D. Miguel a Lisboa.
    Para poder voltar a Portugal, D. Miguel aceita então ficar noivo da sobrinha, D. Maria da Glória e, para poder ser nomeado Regente na menoridade desta, jura a Carta Constitucional de 1826 perante a corte austríaca, com "reserva de todos os seus direitos" e a expressa determinação de esta ser previamente aceite pelos Três Estados do reino, conforme seu decreto de outorga.
  • D. Miguel dissolve as Câmaras e proibe o Hino da Carta.

    D. Miguel dissolve as Câmaras e proibe o Hino da Carta.
    As Câmaras são dissolvidas por D. Miguel, tendo o apoio dos governos austríaco e espanhol. É nomeada uma Junta das Instruções eleitorais. O Hino da Carta é proibido.
  • Tumultos absolutistas em Lisboa aclamam D. Miguel.

    Tumultos absolutistas em Lisboa aclamam D. Miguel.
    Tumultos absolutistas em Lisboa. Aclamação de D. Miguel pelo Senado da Câmara de Lisboa, de Coimbra e de Aveiro.
  • Convocação dos Três Estados do Reino, à maneira tradicional.

    Convocação dos Três Estados do Reino, à maneira tradicional.
    Convocação dos Três Estados do Reino, à maneira tradicional - por braços.
  • Morte da rainha viúva D. Carlota Joaquina, em Lisboa.

    Morte da rainha viúva D. Carlota Joaquina, em Lisboa.
    Durante o governo de D. Miguel, que ascendeu ao trono em 1828, não viria a ter papel relevante na governação daquele que fora, para muitos, o seu filho predilecto, pois faleceu (ou suicidou-se) em 1830, em Queluz; de resto, o próprio príncipe não a mandou chamar do desterro assim que subiu ao trono, pelo que faleceu só, esquecida triste e amargurada.
  • Nova bandeira portuguesa, bicolor (azul e branco).

    Nova bandeira portuguesa, bicolor (azul e branco).
    A última bandeira da Monarquia entrou em vigência pelo decreto de 18 de Outubro de 1830, emitido pelo Conselho de Regência em nome da rainha Maria II de Portugal, Conselho esse que se achava exilado na Ilha Terceira, no quadro da guerra civil de 1832–1834.
    Este, determinava que a bandeira nacional passasse a ser verticalmente bipartida de branco e azul, ficando o azul à tralha; sobre o conjunto, ao centro, deveria assentar as armas nacionais, metade sobre cada cor.
  • Abdicação de D. Pedro como imperador do Brasil no Rio.

    Abdicação de D. Pedro como imperador do Brasil no Rio.
    A abdicação do Imperador Pedro I do Brasil, ocorreu em 7 de abril de 1831, em favor de seu filho D. Pedro de Alcântara, futuro D. Pedro II. O ato marcou o fim do Primeiro Reinado e o início do período regencial, no Brasil, e uma série de disputas em Portugal e oferecimentos dos tronos da Grécia e de Espanha, na Europa.
  • Saída do ex-imperador do Brasil (D. Pedro), para a Europa.

    Saída do ex-imperador do Brasil (D. Pedro), para a Europa.
    No dia 13 de abril do ano de 1831 D. Pedro abandona o Brasil para a Europa. Na manhã do mesmo dia o ex-Imperador embarca no navio inglês Warspite, acompanhado da Imperatriz D. Amélia e da filha, D. Maria, deixando no Brasil, além de Pedro II, as meninas D. Januária (com nove anos), D. Paula (8 anos) e D. Francisca (7 anos), filhos de seu primeiro casamento; D. Amélia estava, então, grávida de três meses.
  • Reconhecimento de D. Miguel como rei, pelo papa.

    Reconhecimento de D. Miguel como rei, pelo papa.
    Dois anos depois, quando o rei D. João VI morre. Em 23 de Junho de 1828, é proclamado Rei pelas Cortes Gerais do Reino, que anulam a vigência da Carta Constitucional e repõem as Leis constitucionais tradicionais. Foi então reconhecido pelo Papa.
  • Manifesto de D. Pedro.

    Manifesto de D. Pedro.
    Depois de chegar aos açores, nomeia um Ministério composto por Mouzinho da Silveira, Marquês de Palmela e Agostinho José Freire (do qual se destaca o primeiro pela legislação que vai promulgando, que viria a alterar a estrutura jurídica e social do país), e prepara força expedicionária para invadir Portugal e colocar a sua filha no trono.
  • Chega D. Pedro à Terceira. Assume a regência.

    Chega D. Pedro à Terceira. Assume a regência.
    Após conseguir os apoios financeiros necessários e organizar os liberais imigrados, chega aos Açores em 1832, onde assume a regência na qualidade de Duque de Bragança.
  • Manifesto de D. Miguel.

    Manifesto de D. Miguel.
    O manifesto de D. Miguel ocorreu a 28 de março de 1832, depois do manifesto de D. Pedro a 2 de fevereiro de 1832, os miguelistas quiseram também mostrar que mantiam a ordem no nosso país, só que não saíram vitoriosos pois os pedristas derrotaram-nos na guerra cívil de 1832 a 1834.
  • Decreto de abolição parcial de morgados.

    Decreto de abolição parcial de morgados.
    No entretanto a marcha que seguia o governo desta ilha Terceira, presidido por D. Pedro, era a seguinte: por um decreto datado de 29 de Março permitiu a liberdade do ensino público; outro em data de 3 de Abril, para abolir e reformar certas colegiadas, determinando que os beneficiados sem cura de almas ficassem aposentados em suas casas, principalmente os que se achavam ao serviço da catedral; e por outro decreto aboliu certos morgados. Alguns outros se publicaram em 18, 19, 20 e 21 daquele mês,
  • Decreto de abolição da sisa, portagens e direitos feudais.

    Decreto de abolição da sisa, portagens e direitos feudais.
    Alguns outros se publicaram em 18, 19, 20 e 21 daquele mês, a respeito do estanco do tabaco, diminuição de sisas e sobre diversos objectos.
  • Desembarque em Pampelido.

    Desembarque em Pampelido.
    Em junho a expedição militar parte para o norte do país, vindo a desembarcar no Pampelido em 8 de julho no que ficou conhecido como Desembarque do Mindelo, e seguindo depois para o Porto.
  • Entrada no Porto do exército liberal.

    Entrada no Porto do exército liberal.
    O desembarque permitiu às forças liberais tomar a cidade do Porto no dia 9 de julho, apanhando de surpresa o exército miguelista que haveria de as submeter ao prolongado Cerco do Porto.
  • Decreto de abolição dos dízimos.

    Decreto de abolição dos dízimos.
    Decreto sobre a abolição dos dízimos (30 de Julho). Nesse diploma reconhece que os Portugueses se atormentam, se perseguem e se matam uns aos outros por não terem entendido que o Reino, tendo feito grandes Conquistas, e que, perdidos os escravos, era preciso criar uma nova maneira de existência, multiplicando os valores pelo trabalho próprio.
  • Decreto de abolição das doações régias e dos bens da coroa.

    Decreto de abolição das doações régias e dos bens da coroa.
    Decreto sobre os forais e bens da Coroa (12 de Agosto). Conforme pode ler-se no relatório: não é minha tenção arrancar a Propriedade a pessoa alguma... por isso o Decreto que proponho, tem duas grandes sentenças gerais: a 1ª é aumentar a massa dos bens alodiais; a 2ª é acabar a natureza dos bens destinados a tolher o nascimento da elevação moral, salvos os direitos adquiridos, e entendidos segundo as Leis anteriores: aos povos fica tudo quanto pagavam de tributos parciais impostos nos Forais.
  • Desembarque em Alagoa e ocupação de Tavira.

    Desembarque em Alagoa e ocupação de Tavira.
    O desembarque da Alagoa fez parte da expedição liberal para atacar Lisboa pelo Sul
  • Batalha naval no cabo de S. Vicente. A esquadra miguelista é apresada.

    Batalha naval no cabo de S. Vicente. A esquadra miguelista é apresada.
    A batalha do Cabo de São Vicente, travada a 5 de Julho de 1833, foi um encontro decisivo na Guerra Civil Portuguesa. O esquadrão naval comandado pelo oficial britânico Charles John Napier ao serviço de D. Pedro, regente da rainha D. Maria II, derrotou a armada realista de D. Miguel.
  • Partida de D. Pedro, do Porto, para Lisboa, por mar.

    Partida de D. Pedro, do Porto, para Lisboa, por mar.
    No dia imediato, D. Pedro partiu para Lisboa, ocupada já pelas tropas do duque da Terceira, com os navios de Napier ancorados no Tejo, fincando a defesa do Porto entregue a Saldanha.
  • Saldanha bate a divisão miguelista no Porto levanta o cerco.

    Saldanha bate a divisão miguelista no Porto levanta o cerco.
    No dia 9 de Agosto, D. Miguel e o seu Estado-Maior retiraram para o Sul, ao encontro das forças do duque, ficando a comandar o exército sitiante do lado de Gaia o francês conde de Almer, que, após a brilhante vitória de Saldanha no dia 18 de Agosto, obrigando os sitiantes a levantar o cerco pelo norte e leste da cidade, resolveu também retirar, não sem antes mandar incendiar os armazéns de vinhos do Porto em Gaia, em que se perderam 17.374 pipas de vinho e 533 pipas de aguardente.
  • Batalha de Almoster.

    Batalha de Almoster.
    A Batalha de Santa Maria foi travada em 18 de Fevereiro de 1834, saldando-se por uma vitória das tropas liberais, comandadas pelo Marechal Saldanha, sobre as chamadas tropas absolutistas, ou legitimistas, comandadas pelo General Lemos.
  • Batalha da Asseiceira.

    Batalha da Asseiceira.
    A batalha da Asseiceira travou-se na povoação de Asseiceira perto de Tomar a 16 de Maio de 1834. Fez parte das guerras civis entre liberais e miguelistas, onde estes últimos foram derrotados. Além de mortos e feridos em grande número, os absolutistas deixaram 1400 prisioneiros nas mãos dos liberais. Esta batalha pôs termos ao reinado de D. Miguel, obrigado a recolher-se a Évora Monte, onde foi assinada a paz e de onde o monarca partiu para o exílio.
  • Convenção de Évora Monte.

    Convenção de Évora Monte.
    A Convenção de Évora Monte[1], também referida como Concessão de Évora Monte e Capitulação de Évora Monte, foi um diploma assinado entre liberais e miguelistas na vila alentejana de Évoramonte (atual concelho de Estremoz), em 26 de Maio de 1834, que pôs termo à Guerra Civil Portuguesa (1828-1834).
  • D. Miguel abandona Portugal.

    D. Miguel abandona Portugal.
    Do Palácio de Vila Viçosa parte, para embarcar num navio de guerra britânico, em 1 de Junho, do mesmo ano de 1834, em Sines, com destino a Génova, tendo pernoitado pela última vez em solo português na vila alentejana de Alvalade e que sempre se lhe tinha mostrado fiel ao seu partido.
  • São estabelecidas as normas para a eleição dos deputados às Cortes.

    São estabelecidas as normas para a eleição dos deputados às Cortes.
    No Decreto de Lei de 3 de junho de 1834 foram propostos novas leis eleitorais como: Sufrágio indireto, Sufrágio censitário e Divisão eleitoral.
  • Abertura das primeiras Cortes, de acordo com a Carta Constitucional, após o fim da Guerra Civil.

    Abertura das primeiras Cortes, de acordo com a Carta Constitucional, após o fim da Guerra Civil.
    Abertura das primeiras Cortes, de acordo com a Carta Constitucional, após o fim da Guerra Civil. As sessões decorreram no Convento de S. Bento da Saúde, que passou a denominar-se Palácio das Cortes.
  • Os miguelistas retiram da margem sul do Douro e avançam de Coimbra sobre Lisboa.

    Os miguelistas retiram da margem sul do Douro e avançam de Coimbra sobre Lisboa.
    Os miguelistas retiram da margem sul do Douro. D. Miguel e o exército avançam de Coimbra sobre Lisboa.
  • Juramento solene de D. Maria II da Carta Constitucional.

    Juramento solene de D. Maria II da Carta Constitucional.
    Juramento solene de D. Maria II da Carta Constitucional, depois de ter sido declarada a sua maioridade.
    – Nomeação de um novo ministério presidido pelo duque de Palmela, dando-se início ao regime Parlamentar em Portugal.
  • Morte de D. Pedro IV, em Queluz.

    Morte de D. Pedro IV, em Queluz.
    As cortes de agosto de 1834 confirmam a regência de D. Pedro I, que repõe a filha no trono português. Apesar de ter reconquistado o trono português para sua filha, D. Pedro I voltou tuberculoso da campanha e morreu em 24 de setembro de 1834, pouco depois da Convenção de Évoramonte (que selara a vitória da causa liberal, de que se fizera paladino), no palácio de Queluz, no mesmo quarto e na mesma cama onde nascera 35 anos antes. Ao seu lado, na hora da morte, estavam D. Amélia e D. Maria II.
  • Aprovação da Lei da Liberdade de Imprensa.

    Aprovação da Lei da Liberdade de Imprensa.
    Entre 1834 e 1851 iniciou-se uma nova época na imprensa, sendo esta a fase mais importante do jornalismo português.
    Estabeleceu-se, assim, uma relação entre uma sociedade em constante renovação e a literatura. A literatura passou então a ser considerada uma poderosa arma de transformação política e social.
    A 3 de maio, comemora-se o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.