Messeder

João Pedro Mésseder

  • Nasceu José António Gomes

    Nasceu José António Gomes
    João Pedro Mésseder nasceu em 13 de Abril de 1957, na freguesia de Santo Ildelfonso, Porto. No seu BI diz que se chama José António Gomes.
  • Infância no Porto

    Infância no Porto
    Das suas memórias: «Lembro-me dos verões nas praias e piscina de Leça da Palmeira, com os meus primos e amigos. Foi lá que conheci a primeira namorada quando tinha oito ou nove anos. Chamava-se Solange, era doce como um anjo e encostava-se sempre a mim nos jogos que fazíamos na areia. Logo a seguir tive outra que se chamava Cristina. Nunca mais as vi.»
  • Frequentou o Liceu Alexandre Herculano, no Porto

    Frequentou o Liceu Alexandre Herculano, no Porto
    Nas suas palavras: «Depois cresci e fiz amigos e tropelias no Liceu Alexandre Herculano, onde estudei e tive professores muito bons. Eram escritores, alguns deles: Agostinho Gomes, Luís Amaro de Oliveira, Lucinda Araújo, Maria Teresa Vale, Diogo Alcoforado.»
  • Frequentou e licenciou-se em Filologia românica, na Universidade do Porto

    Frequentou e licenciou-se em Filologia românica, na Universidade do Porto
    Nas suas palavras: «Formei-me em Filologia Germânica (Inglês e Alemão) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, mas não gostei, ou melhor, só gostei mais ou menos. Antes de 1974, era um jovem estudante rebelde: lutava contra o fascismo ... quer dizer, lutava contra a guerra nas colónias de África, contra a existência de presos políticos e contra a falta de liberdade e democracia no nosso país. Cruzando-me com muita, muita gente nas ruas, participei na Revolução do 25 de Abril...
  • Revista Malasartes

    Revista Malasartes
    Funda e dirige a revista Malasartes – Cadernos de Literatura para a Infância e a Juventude (Porto Editora). revista dedicada ao estudo do livro para crianças e jovens. Assume-se, assim, como um instrumento de informação essencial para todos aqueles a quem cabe promover um encontro frutuoso dos mais novos com o livro: professores e educadores de infância, bibliotecários, investigadores e estudantes do ensino superior, promotores e animadores da leitura, pais, editores e livreiros.
  • Versos com Reversos (nomeado para a lista de honra do Ibby, no ano 2000)

    Versos com Reversos (nomeado para a lista de honra do Ibby, no ano 2000)
    Na primeira parte deste livro, dirigida aos mais novos, as palavras entretêm-se por vezes nos seus jogos de sons e de significados. Na segunda parte, disfarçadas de meninas sérias, convidam leitores mais crescidos a partir com elas a descobrir mundos: o dia, a noite, os seres que os povoam. (1999, nomeado pela Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil para a «Lista de Honra do IBBY» de 2000)
  • De que Cor É o Desejo?

    De que Cor É o Desejo?
    Olhar a beleza de um fruto, namorar, brincar, viajar, tentar ver o que parece invisível... Desejos realizados, desejos contrariados. Os poemas deste livro falam disso e de outras coisas e até do desejo de inventar novas palavras - como se as que existem não chegassem para o que se quer transmitir. E, já agora, de que cor é o desejo? Que o digam os versos, até porque - alguém o afirmou - a poesia é a arte de revelar através das palavras o lado escondido da realidade.
  • Timor Lorosa’e: A Ilha do Sol Nascente

    Timor Lorosa’e: A Ilha do Sol Nascente
    Em texto poético, João Pedro Mésseder, acompanhado das ilustrações de André Letria, revela a história de Timor Leste, desde que foi colonizado pelos portugueses, no século XVI, até ao presente.
  • Antologia: Carlos de Oliveira - Antologia Poética - A Leve Têmpera do Vento e representação em ouytras antologias

    Antologia: Carlos de Oliveira - Antologia Poética - A Leve Têmpera do Vento e representação em ouytras antologias
    Organizou a antologia: Carlos de Oliveira - Antologia Poética - A Leve Têmpera do Vento. Está representado em inumeras outras antologias, entre as quais: A Poesia está na Rua - 25º Aniversário do 25 de Abril; 25 Textos de Autores Portugueses sobre Fotos de Abril; Lá Longe, a Paz: A Guerra em Histórias e Poemas; POEZZ: Jazz na Poesia de Língua Portuguesa; Histórias de Mão em Mão; etc
  • Mestrado e doutoramento

    Mestrado e doutoramento
    Apresentou dissertação de Mestrado (1992) e de Doutoramento (2002) em Literatura Infantil, na Universidade Nova de Lisboa, subordinadas, respectivamente, aos temas: “A Poesia na Literatura para a Infância”, publicada em livro em 1993 (Porto, Asa); “Espelhos e Sombras: Representações do Eu em Luísa Dacosta”. Publicou diversos estudos nos âmbitos da História e da Crítica Literárias (Literatura Portuguesa Contemporânea e Literatura para a Infância e a Juventude), além de várias antologias.
  • À Noite as Estrelas Descem do Céu

    À Noite as Estrelas Descem do Céu
    «Ler um haiku, ou um texto que dele esteja próximo, é abrir devagar uma porta da casa da poesia. Por isso, escrevi este pequeno livro para ti leitor(a). Sei, no entanto, que não devo chamar haiku a muitos dos poemas que o compõe. É que eles estão longe de respeitar todas as regras e de atingir a perfeição de certos haiku. Mas posso, pelo menos, dizer que foram inspirados pela leitura de vários poetas japoneses...
  • Breviário do Sol

    Breviário do Sol
    Escrito em co-autoria com Francisco Duarte Mangas (ilustrações de Geraldo Valério). Às vezes o sol nasce dentro das palavras. Outras palavras, se reparares bem, são a casa efémera do sol. Neste Breviário, João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas encetam a viagem: uma viagem solar. Mas o sol é de todos. Continua agora tu a descoberta de outros sóis, escondidos nas palavras.
  • Breviário da Água

    Breviário da Água
    Escrito em co-autoria com Francisco Duarte Mangas (ilustrações de Geraldo Valério). A água pura, diziam os antigos, bebe-se pelo coração. É essa remota água que o novo Breviário de Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder procura redescobrir nas palavras, através da palavra. Com paciência de vedor, foram ao Gerês, escreveram o Douro, passearam à chuva, encetaram viagem na seiva da magnólia, e, por fim, repousaram junto de águas sonâmbulas.
  • Não Posso Comer sem Limão

     Não Posso Comer sem Limão
    Não Posso Comer Sem Limão resulta da reescrita e adaptação de um conto popular português recolhido por Bernardino Barbosa em Évora, no ano de 1915. Era uma vez um fidalgo que tinha uma filha muito bonita. Talvez por medo de que a beleza da menina provocasse invejas e atraísse maus-olhados, ou vá-se lá saber porquê, ele e a fidalga mandaram tapar as janelas da torre do castelo e aí fecharam a criança para ela não conhecer o mundo...
  • A Couve, as Calças e o Burro

    A Couve, as Calças e o Burro
    Para construir esta história, o autor encadeou e reescreveu, alterando-os, três contos humorísticos do Alentejo, muito curtos e de origem popular. Manteve, no entanto, o nome da personagem principal de dois desses contos. "Era uma vez um homem chamado Laró. Certo dia, estando com o compadre no largo da aldeia, atirou-lhe com esta: - Sabes lá tu o que eu tenho na minha horta. Uma couve tão grande, tão grande que cabe lá dentro um rebanho de ovelhas! O outro ficou calado a matutar...»
  • O Aquário

    O Aquário
    Uma história de peixes, cores e sabores para os mais pequenos. Um aquário é também um mundo em miniatura, onde se jogam relações entre iguais e diferentes, novos e velhos, e onde se geram preconceitos e ideias feitas. As ilustrações ajudam a compreender situações e personagens, sem deixarem de construir um cenário onírico e sedutor.
  • Palavra que Voa

    Palavra que Voa
    As palavras têm cheiro e sabor, têm cor e movimento, porque uma palavra, por si só, tem o dom de pôr a imaginação a voar. Ao pronunciarmos a palavra de que fala este álbum, dir-se-ia que no ar se desenha um movimento. E que esse movimento ganha cor. Ainda é uma palavra, mas já é também outra coisa. É um brinquedo. É aquilo a que ela dá o nome e muito mais. Como representar uma palavra em seu movimento? Foi este o desafio do autor, João Pedro Mésseder e do ilustrador, Gémeo Luís.
  • O Mundo a Cair aos Bocados

    O Mundo a Cair aos Bocados
    Em "O Mundo a Cair aos Bocados", foi reescrita, com alterações significativas, uma história popular contada em Portugal e na Galiza ("A galiña assustada").
    "Estava uma galinha debaixo de uma pereira quando lhe caiu uma pêra mesmo em cima da cabeça.
    Correu para o galo e disse-lhe: - Saia já daí, senhor Galo, que o mundo está a cair aos bocados!
    - Quem lho disse, dona Galinha?
    - Caiu-me a mim na cabecinha."
  • A Canção dos Piratas

    A Canção dos Piratas
    São os piratas figuras simpáticas ou assustadoras? A Canção dos Piratas ajuda a responder a esta dúvida que tem fascinado leitores de várias idades. Lê-la é um prazer e uma descoberta.
    Como é que alguém tão cordato, tão simpático e educado pode ter tal afeição por gente que é uma aflição? Um pirata que eu conheço dizia de olho a brilhar:
    «A aventura tem um preço.
    Há direito sem avesso?»
    Bela não há sem senão -
    lá diz um velho rifão.
  • Lendas de Gondomar Contadas Outra Vez

    Lendas de Gondomar Contadas Outra Vez
    Publicado pela Câmara Municipal de Gondomar, em 2007, tem fotografias de Daniel Fernandes....
  • Romance do 25 de Abril

    Romance do 25 de Abril
    E se um menino se chamasse Portugal?
    Ou então: pode o Portugal do antes do 25 de Abril ser comparado a um menino?
    Ora por que não?
    Ouçam pois a sua história: como cresceu e sofreu e lutou até, já adulto, ver realizado um sonho.
    E que sonho foi esse? O da liberdade, é claro. Mas imaginou também uma democracia e uma justiça que julgou possíveis no seu país à beira-mar.
    Esse país onde hoje o mesmo menino, homem feito agora, continua atento a sonhar com um mundo melhor.
  • Histórias de Pedro Malasartes

    Histórias de Pedro Malasartes
    João Pedro Messéder apresenta neste livro quatro histórias reescritas de umas das mais conhecidas personagens da tradição popular portuguesa e brasileira - Pedro Malasartes, um rapaz meio tolo que se metia em tantas encrencas e fazia tantos disparates de deixar qualquer um pasmado. São essas quatro histórias: "Sorte ruim não tem fim"; "Pedro Malasartes e a fiada de disparates"; "Pedro Malasartes e o homem de visgo"; "Pedro Malasartes e as senhoras de manto negro".
  • Histórias a Muitas Mãos

    Histórias a Muitas Mãos
    É possível escrever a várias mãos? A resposta está neste livro que nasceu da colaboração do autor com algumas dezenas de crianças entre os oito e os dez anos. A estas mãos se juntaram outras: as de quem leu e ilustrou.
    A primeira história nasce no Porto, no Teatro do Campo Alegre, e levanta voo atravessando os mares até aterrar num mundo de piratas e piratarias. A segunda principia no Jardim da Estrela, em Lisboa, e desemboca no lugar onde começou, seguindo o rasto de uma vaca perdida...
  • O Coelhinho e a Formiga Rabiga mais a Cabra e a sua Barriga

    O Coelhinho e a Formiga Rabiga mais a Cabra e a sua Barriga
    Escrito em co-autoria com Elsa Lé (ilustrações de Elsa Lé). Uma velha história esta, do Coelhinho e da Formiga. Quem havia de a contar? Juntaram-se amigo e amiga, novas roupas lhe vestiram e eis a história a rabear, p’ra fazer rir e pensar.
  • Trocar as Voltas ao Tempo

    Trocar as Voltas ao Tempo
    Neste pequeno livro composto de um poema só há espaço para falar daquilo de que o tempo é feito e da falta que, por vezes, nos faz ter um pouquinho mais de tempo. Foi ilustrado pelo Gémeo Luís com bonitas imagens recortadas em papel e avivadas nestas páginas com um vermelho forte e brilhante. Talvez valha a pena ganhar um bocado de tempo trocando-lhe as voltas e deixando que as palavras e as imagens que correm velozmente sobre o papel te deslumbrem…
  • Versos quase Matemáticos

    Versos quase Matemáticos
    Há candeeiros de iluminação pública no jardim da Matemática? - Sim, mas quase só se acendem de dia e nem todos os que passam estão atentos a essa luz e usufruem dela. Sem palavras é difícil viver. Sem algarismos e números também é. As tabuadas, por exemplo, não se assemelham a versos escritos para cantar? Eis um livro em que as palavras e os algarismos, as palavras, os números e as contas andam de mãos dadas.
  • Vozes do alfabeto

    Vozes do alfabeto
    Vozes do Alfabeto, de João Pedro Mésseder, reúne cerca de três dezenas de poemas. São versos preferencialmente destinados a crianças em fases iniciais de aprendizagem da leitura e da escrita, ou seja, em idade de frequentar o 1º ciclo do Ensino Básico. A cada letra corresponde um texto, por vezes dois. Se aqui o poema se assemelha a uma micro-história em verso, acolá encena um pequeno episódio burlesco; e outros há que se mantêm num registo lírico...
  • O g É um Gato Enroscado

    O g É um Gato Enroscado
    João Pedro Mésseder vem-se confirmando com um dos valores mais seguros da renovação da poesia portuguesa para a infância. Os seus poemas e as ilustrações brilhantes e inovadoras de Gémeo Luís criam neste livro uma combinação irresistível.
  • Não Venham Já ou Uma Casa Virada do Avesso

    Não Venham Já ou Uma Casa Virada do Avesso
    Álbum narrativo versificado, da mesma dupla de autores de A Canção dos Piratas, este volume parece recuperar, à semelhança do anterior, um certo gosto pela recriação de temas mais subversivos ou menos politicamente correctos, como a admissão da desarrumação da casa. Nesta medida, texto e imagem conjugam-se para conduzir o leitor a uma divertida viagem pela intimidade do lar, uma espécie de espaço secreto e pessoal que permanece resguardado dos olhares dos outros.
  • Caneta Feliz

    Caneta Feliz
    Pode uma caneta viajar entre passado e presente? Entre um país e outro país? Entre um sonho e uma vida real? Esta caneta viaja. De um tempo para outro, de um lugar para outro. E parece feliz. Porque as palavras que escreve escrevem justamente uma viagem. Entre um coração e outro coração e um terceiro coração ainda. Corações que vêem, e lembram e sonham. Esta é uma caneta viajante, uma caneta do coração.
  • Eu, Nós e os Outros

    Eu, Nós e os Outros
    O Externato Paraíso dos Pequeninos endereçou, no ano lectivo de 2006-07, um convite a João Pedro Mésseder para participar num projecto de escrita colaborativa, ou seja, um projecto de criação literaria envolvendo a cooperação entre um escritor, os alunos e o professor. Considerando também a necessidade da educação ambiental, da educação para a cidadania e de uma reflexão sobre a multiculturalidade e a interculturalidade...
  • Futurara e Futurbem

    Futurara e Futurbem
    A rapariga chamava-se Georgina. O robô chamava-se Fut Uro. E a cidade Futurara. Com nomes como estes, a história não podia deixar de se passar num futuro ainda distante. Um história que resultou de um trabalho a muitas mãos: as dos alunos do 7º ano de escolaridade do Colégio das Terras de Santa Maria e as de João Pedro Mésseder que com eles cooperou, num projecto de escirta colaborativa a partir do tema «Eu, Nós e os Outros - Projecto de construção de textos de intenção literária em parceria».
  • Línguas de Perguntador

    Línguas de Perguntador
    Há comichões dentro do corpo? Há hipopótamos no céu? Há livros nas florestas? Este livro «é um diálogo - forma didáctica por excelência - entre um perguntador, a criança, e aquele que lhe responde, possivelmente o poeta ou as próprias crianças, que se aventuram e divertem a reconfigurar o mundo e a própria língua. As perguntas estão relacionadas com a curiosidade, o desejo de conhecer e saber os mistérios do mundo e, consequentemente, com o crescimento e a aprendizagem»
  • Porto Porto

    Porto Porto
    Era uma vez uma cidade. Como todas, também esta tem uma longa história. E tem a luz, as sombras, as cores, os brilhos que lhe são próprios. Mais as casas, as torres, as ruas, as pontes, os monumentos, os jardins. E tem um rio que vem de longe e lhe atravessa o corpo. Um rio correndo para o mar que é o seu destino. Como todas, esta cidade só o é porque tem pessoas. Com a luz, as sombras, as cores, os brilhos e as palavras que são próprios das pessoas. Esta cidade é o Porto.
  • Guardador de Árvores

    Guardador de Árvores
    «Vou fazer a louvação / do que deve ser louvado» - é isto o que diz uma velha canção. Neste álbum, quem merece tal louvação são as árvores. Como antigas mães dos livros, as árvores transmitem (assim fazem também os livros) um nunca acabar de sensações. O seu mundo é ainda um nunca acabar de palavras. E o emaranhado de folhas e ramos, as formas dos troncos e das copas são, aos nossos olhos, imagens vivas. Um livro de versos como este tinha de dar conta dessas imagens e dessas palavras.
  • O Meu Primeiro Miguel Torga

    O Meu Primeiro Miguel Torga
    Miguel Torga (1907-1995) foi um admirável escritor da literatura portuguesa, com uma maneira única de contar, de falar de si e de captar, em verso e em prosa, os pequenos e grandes momentos da vida. E a sua foi uma vida invulgar. Neste livro, a escrita de João Pedro Mésseder e as imagens de Inês de Oliveira dão a conhecer o fascínio que Torga sentia pelas palavras, pelo país, pelos bichos, pelas crianças e pelos seus semelhantes. E também pelo "reino maravilhoso" onde nasceu.
  • Contos e Lendas de Portugal e do Mundo

     Contos e Lendas de Portugal e do Mundo
    Escrito em co-autoria com Isabel Ramalhete (ilustrações de Fátima Afonso). Eis uma mão-cheia de contos e lendas de Portugal e de outras regiões do Mundo: de Angola, Moçambique, Timor, Espanha, França, Alemanha, do povo cigano e até do mundo árabe. Histórias para ler, reler e contar. Um nunca acabar de modos de encantar, de ter graça, de emocionar e de transmitir ensinamentos.
  • O Pai Natal e o Maiúsculo Menino

    O Pai Natal e o Maiúsculo Menino
    Construído como uma narrativa versificada, este texto dá conta, através das memórias e da reflexão de um narrador/sujeito poético de primeira pessoa, das modificações ocorridas na celebração do Natal, exprimindo uma certa nostalgia por um passado onde a festividade tinha mais conotações religiosas e afectivas, entretanto substituídas pelo consumismo.
  • El Tiempo Vuela

    El Tiempo Vuela
    Los divertidos versos de esta historia rimada son una invitación a reflexionar sobre las prisas que invaden nuestro ritmo de vida diario. (Edições em Galego e Castelhano)
  • Conto da Travessa das Musas

    Conto da Travessa das Musas
    A história que vou contar-te passou-se há muitos anos, na cidade do Porto. Ora escuta.
    Era uma vez um menino sem tempo para ficar quieto. Quando se cansava de ler ou de brincar sozinho, uma névoa toldava-lhe os grandes olhos castanhos. Sabia que apenas o deixavam sair se fosse para ir à escola, ou a recados à mercearia do senhor Carvalho ou à «loja das miudezas», como a mãe chamava a uma locanda onde uma doce senhora de olhos vesgos vendia carrinhos de linhas, botões, colchetes...
  • Lulu ou a Hora do Lobo

    Lulu ou a Hora do Lobo
    Livro recomendado para o 2º ano de escolaridade, destinado a leitura autónoma. Magnificamente ilustrado, este álbum apresenta uma solução inteligente para um problema que frequentemente assalta os mais novos: o dos "monstros" que habitam debaixo das suas camas
  • As Letras de Números Vestidas

    As Letras de Números Vestidas
    Ilustrado pelo traço inconfundível de Marta Madureira (Menção Especial do júri do Prémio Nacional de Ilustração, em 2010), "As Letras de Números Vestidas" é um livro ideal para os que começam a aprender a ler e a contar.
    Associando letras e números, nomes próprios e traços físicos ou de carácter, a escrita diverte e diverte-se. Nem só as letras e as palavras têm a ver com a poesia.
  • Gatos, Lagartos e Outros Poemas

    Gatos, Lagartos e Outros Poemas
    Constituído por poemas breves, acessíveis a crianças dos 1.º e 2.º Ciclos (alguns deles, até, a crianças do pré-escolar), Gatos, Lagartos e Outros Poemas propõe uma pequena viagem pelo mundo dos bichos - de tão larga tradição na literatura infantil -, estimulando o respeito pela natureza e pelos direitos dos animais.
  • O Livro dos Meses

    O Livro dos Meses
    É um livro em forma de calendário, com textos poéticos de João Pedro Mésseder (pseudónimo de José António Gomes), ilustrado por Ana Biscaia e Arianna Vairo
  • Pequeno Livro das Coisas

    Pequeno Livro das Coisas
    As coisas não passam de coisas? Ou são coisas e alguma coisa mais? Cada coisa tem sua causa. E, por vezes, uma voz. Com queixas, alegrias, pensamentos ou histórias para contar… Este livro convida a ver cada coisa com olhos de ver, ou a escutar a sua voz com ouvidos de ouvir..
  • Gente?

    Gente?
    Quando caminho na rua
    digo de mim para mim:
    oh que gente tão estranha,
    quem diria que era assim?
    Homens, mulheres e crianças
    que são gente, mas parecem
    coisas, bichos, sei lá o quê.
  • A História de Frei João da Esperança

    A História de Frei João da Esperança
    Mais um livro infantil deste autor, da coleção oito por um cordel, editado pela Trinta por uma linha
  • Lembro-me

    Lembro-me
    Em Lembro-me o autor remete-nos para um exercício de memória. A memória de alguém que, em 25 de Abril de 1974, tinha acabado de fazer 18 anos.
    Dirige-se, desta forma, a um público já nascido e crescido num país onde as liberdades democráticas são uma realidade - cada vez mais ameaçadas, é certo, apesar de duramente conquistadas pela luta do povo ao longo de quarenta e oito anos de ditadura salazarista e machista.
  • Contos do Quarto Minguante

    Contos do Quarto Minguante
    Memória de Elizabeth Taylor
    Azuis-violeta. Assim os descreviam. No início (era o tempo dos animais), dir-se-ia que a inocência os habitava. Depois o embate dos dias, a fervença do corpo, o torvelinho investiram-nos de tempo, a ponto de os tingir de todos os matizes: do ardor ao desespero, da loucura à perversidade. Improvável beleza que parecia perene. Mas, como toda a formosura, também a deles era quebradiça. Quando partiram, um pouco de muitos partiu com eles.
  • Tudo é Sempre Outra Coisa

    Tudo é Sempre Outra Coisa
    A leitura deste livro pode começar por qualquer página. Mas, se se começar pelo princípio, descobre-se que há aqui alguém que gosta de ver o que há do outro lado.
    E que lado é esse? Talvez o outro lado do que se vê, o outro lado do que se ouve, o outro lado do que se sente. Até o outro lado de cada palavra, que as palavras às vezes têm vários lados, como as coisas. E há prosa que parece poesia, poesia que parece prosa... Porque nem tudo é só o que parece ser.
  • Professor do Ensino Politécnico

    Professor do Ensino Politécnico
    Lecciona Literatura Infantil aos futuros professores, na Escola Superior de Educação do Porto. Atualmente é Professor Coordenador da Escola Superior de Educação do Porto.
  • A cidade incurável e outras obras para além da literatura infanto-juvenil

    A cidade incurável e outras obras para além da literatura infanto-juvenil
    A Cidade Incurável ; Dez Andamentos (1999); Uma Pequena Luz Vermelha e Outros Poemas de Abril (com Conceição V. Manaia; Luzia Henriques; A. Breda de Carvalho); Uma Pequena Luz Vermelha; Ordem Alfabética; Fissura (2000); Espuma; Alguns Negativos (2001); Gondomar em Fundo(2003); Infinito Im/pessoal (2004); O que Impuro Olhar Algum; Abrasivas (2005); Elucidário de Youkali seguido de Ordem Alfabética (2006); Meridionais (2007); Guias Sonoras e outras abrasivas (2010)