• Livros de Linhagem
    1282

    Livros de Linhagem

    Os Livros de Linhagens, foram considerados de grande relevância do ponto de vista social.
    Servia para conhecer os ascendentes, os graus de parentescos e assim evitar casamentos incestuosos.
    Os três grandes nobiliários: « O Livro Velho »; « O Livro do Deão » e o « Livro de Linhagens do Conde D. Pedro »
  • Cantiga de amor « Que soidade de mia senhor hei »
    1300

    Cantiga de amor « Que soidade de mia senhor hei »

    É uma composição centrada no tema do amor cortês; fala da paixão amorosa de um cavaleiro por sua senhora, que quase sempre não era correspondida.
    séc. XI a XIII
  • Crónica de D. Pedro- Fernão Lopes
    1357

    Crónica de D. Pedro- Fernão Lopes

    Crónica de D. Pedro, é um registo histórico do género crónica escrito por Fernão Lopes abarcando o período de tempo correspondente ao reinado de D. Pedro I de Portugal, do cognome o «Justiceiro», ou o «Cruel»,, que decorreu entre 1357 e 1367.
  • Cantiga de escárnio e maldizer- « Dom Airas, pois me rogades »
    1385

    Cantiga de escárnio e maldizer- « Dom Airas, pois me rogades »

    As cantigas de escárnio e maldizer, incluem sirventeses provençais morais e políticos, sátiras literárias e maledicências pessoais, como "tenções", prantos e paródias.
  • Cantiga de amigo « Eno sagrado em Vigo »
    1400

    Cantiga de amigo « Eno sagrado em Vigo »

    A cantiga de amigo, é quando se coloca em cena uma donzela em situações da vida popular, rural ou num ambiente doméstico, distingue-se por nela um sujeito enunciador feminino confidenciar à natureza, à mãe ou às amigas, o amor ou saudade de um amigo muitas vezes ausente.
    séc. XIV
  • Poemas de Sá de Miranda
    1516

    Poemas de Sá de Miranda

    Sá de Miranda (1481-1558) foi um poeta português do século XVI. Incorporou a nova poética renascentista a seu estilo e inaugurou, com as novidades da Renascença italiana e o Classicismo em Portugal. Explorou o soneto, que foi o gênero mais cultivado naquele momento.
    O Cancioneiro Geral de Garcia de Resende, impresso em 1516, publica treze poesias do Doutor Francisco de Sá.
  • « Auto da Lusitânia » - Gil Vicente
    1531

    « Auto da Lusitânia » - Gil Vicente

    O Auto da Lusitânia é uma das últimas peças de Gil vicente, foi escrita em 1531 e representada pela primeira vez perante a corte de D. João III quando nasceu seu filho, D. Manoel, em 1532. A peça classifica-se como uma fantasia alegórica, o autor incorpora nesta obra críticas sociais. A composição da peça divide-se em duas partes que se unem.
  • « Menina e Moça » - Bernardim Ribeiro
    1554

    « Menina e Moça » - Bernardim Ribeiro

    Menina e Moça é a primeira novela pastoril da Península Ibérica, escrita em português por Bernardim Ribeiro. O nome advém da frase de abertura da novela, com que ficou conhecida.
  • « Amor é um fogo que arde sem se ver » - Luís Vaz de Camões

    « Amor é um fogo que arde sem se ver » - Luís Vaz de Camões

    Camões, foi considerado o poeta português mais completo da sua época, e até mesmo de toda a literatura da língua portuguesa.
    É assim considerado não somente por ter feito uso de quase todos os gêneros poéticos tradicionais, mas também pela amplitude dos temas de que tratou e pelo excecional domínio da língua.