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- Não era permitido a criação de Universidades na colônia.
- Tipo de ensino de doutrinação.
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Escolas de Primeira Letra (Alfabetização).
Colégios Formadores de Sacerdotes.
Catequese Indígena, Escolática e Humanismo
Educação como privilégio da nobreza. -
- Expulsão dos Jesuítas (1759).
- Implantação do Ensino Público Oficial.
- Nomeação de professores pela coroa.
- Aulas Régia (Disciplinas isoladas).
- Subsídio literário (pagamento dos professores).
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- Ensino elitista e propedêutico, onde o ensino era dividido em: elementar, secundário e ensino superior (ocorria nas universidades de Portugal).
- Educação a cargo do poder central.
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- Discussão sobre um Sistema Nacional de Instrução Pública.
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- Permanecem dois pontos da Constituição de 1823: Princípio da liberdade de ensino sem restrições e a intenção de Instituição Primária Gratuita.
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- Artigo n.1: Criação de Escolas de Primeiras Letras em todas as cidades, vilas e lugarejos (Equivaliam as escolas de alfabetização).
- Artigo n.11: Determinava a criação de Escolas para meninas na cidades e vilas mais populosas do Império.
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- Apesar da educação ficar a cargo do poder central, o ensino elementar secundário e o de formação de professores passa a ser de iniciativa e responsabilidade das províncias.
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- Colégio de ensino elementar e secundário sob a responsabilidade do poder central.
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- Iniciam debates sobe a educação brasileira
- Tentativa de imprimir nas escolas um viés mais liberal.
- Defesa de ideias de liberdade e consciência.
- Liberdade no ensino inspirado no modelo educacional estadunidense.
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- Liberdade de ensino.
- Liberdade de frequência.
- Liberdade de credo religioso.
- Criação de escolas normais.
- Matrículas de escravos na escola.
- Implantação da tendência positivista.
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- Reafirma a descentralização do ensino.
- A União passa a ser responsável pela educação superior e secundária.
- Os estados passam a ser responsáveis pelo ensino fundamental e profissional,
- Persistência do sistema dualista no ensino.
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- Disputa entre as ideias liberais e conservadoras.
- Principais expoentes: Lourenço Filho, Anísio Teixeira, Francisco Campos e Fernando Azevedo.
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- Primeira Fase: Influenciada pela militância católica.
- Segunda Fase (1932): A prevalência de membros do escolanovismo.
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- Documento assinado por 26 educadores.
- Principais ideias:
- Obrigatoriedade do ensino;
- Escola Pública;
- Educação gratuita;
- Educação laica;
- Educação como dever do estado;
- Eliminação do dualismo no ensino.
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- Ocorre no âmbito do Estado Novo.
- Ministro Gustavo Capanema cria uma série de leis que ficou conhecidas como Leis Orgânicas do Ensino.
- Regulamentava a reforma do Ensino Primário;
- Criação do Supletivo de 2 anos;
- Planejamento escolar;
- Recursos para a estruturação da educação;
- Estruturação da carreira docente;
- Regulamentação do curso de formação de professores;
- Regulamentação do curso secundário.
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- Equivalência de cursos.
- Ensino secundário menos enciclopédico. Nesse período, o estado não estava focando os recursos públicos apenas nas escolas públicas mas também atendendo financeiramente as escolas privadas com recursos públicos,
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- Marginalização da UNE.
- Criação dos diretórios acadêmicos.
- Criação dos diretório central dos estudantes (DCE).
- Frase símbolo do movimento: " Estudante é para estudar e trabalhador é para trabalhar".
- Reformas tecnicistas e acordos MEC/ Usaid.
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- Restrição dos Direitos Individuais.
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- Aplicação de um modelo empresarial na escola baseado na racionalização e nas exigências da sociedade empresarial capitalista da época.
- Acordo entre o MEC e o EUA onde o Brasil recebeu cooperação financeira e assistência técnica. Pilares da reforma tecnicista:
- Educação e desenvolvimento.
- Educação e segurança.
- Educação e comunidade.
- Características dessa Reforma: Autoritária, Vertical e Domesticadora.
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- Decreto lei que obrigava o ensino de Educação Moral e Cívica nas escolas.
- Retirada da disciplina de Filosofia do currículo.
- A junção da disciplina de História e Geografia.
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- Proíbe indivíduos ligados à escola de participarem de manifestações.
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