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A informática educativa surgiu no Brasil na década de 1970, com experiências geradas em universidades públicas. Uma dessas experiencias articulou a ideia de levar computadores à Educação Básica, inciativa que partiu da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) que originou o presente documento.
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Em 1981 e 1982, ocorreu o presente seminário, onde o computador passou a ser entendido, efetivamente, como ferramenta para auxiliar o processo de ensino e aprendizagem e, consequentemente, alvo de políticas públicas do governo brasileiro, para a educação.
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Esse projeto visava proceder a estudos e ações ligados diretamente ao desenvolvimento da informática educativa no País.
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Esse projeto tinha foco na formação de recursos humanos para trabalhar pedagogicamente as novas ferramentas
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Esse programa foi caracterizado pela criação dos Centros de Informática na Educação de 1º e 2º graus (CIED) que tinham a função de multiplicadores do emprego da informática em escolas públicas brasileiras
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o PRONINFE foi substituído pelo Programa Nacional de Informática na Educação PROINFO, situação que venho a fomentou a criação de laboratórios de informática educativa (LIE), nas escolas públicas do País.
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A utilização dos recursos desse fundo objetivaram equipar as escolas públicas de Ensino Médio com um computador a cada 25 alunos.
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Essa experiência que visava, primeiramente, a economia com despesas para pagamento de royalties e taxas de licenças de uso de programas de computador, serviu de exemplo para que outras instâncias da administração pública fizessem o mesmo.
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A Prefeitura Municipal de Fortaleza (PMF) adotou em 2005, a política pública de instalação de softwares livres em suas secretarias e órgãos, bem como nos LIEs de suas escolas
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O governo brasileiro criou o Programa Um Computador por Aluno em 5 escolas públicas brasileiras, sob a coordenação da Secretaria de Educação a Distância (SEED) do MEC. Com estas experiências, inicia-se, portanto, oficialmente no Brasil o modelo de IE na situação 1:1, que prevê para cada estudante, um computador
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2ª fase do PROUCA, com a participação de aproximadamente 300 escolas públicas do País, distribuídas nas 27 unidades da federação.
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O Governo Federal, através do MEC, lançou edital para licitar a compra de quase 600.000 tablets para serem distribuídos em, aproximadamente, 58.000 escolas da Educação Básica. Este anúncio foi feito em Fevereiro de 2012. Os tablets educacionais do MEC serão dotados de aplicativos e conteúdos produzidos por instituições nacionais e estrangeiras, para o trabalho com as diversas áreas do conhecimento. Isto permitirá aos professores um sem números de referências para preparar suas