Liberalismo

  • Revolução Liberal no Porto

    A Revolução Liberal do Porto aconteceu em 1820 e foi um movimento militar que exigia o retorno de Dom João VI para Portugal, a restauração do Brasil como colônia portuguesa e a formação de uma monarquia constitucional.
  • Aprovação da primeira Constituição Liberal

    A primeira Constituição portuguesa foi aprovada a 1822, consagrando os princípios ligados aos ideais liberais da época: representação, separação de poderes, igualdade jurídica e respeito pelos direitos pessoais.
  • Independência do Brasil

    A independência do Brasil foi o processo de separação entre o então reino do Brasil e o reino de Portugal e Algarves
  • Revolta de D.Miguel que se faz proclamar rei absoluto

    Chegado a Lisboa em fevereiro de 1828, D. Miguel jura novamente a Carta. Porém, decorrido pouco tempo, falta ao compromisso assumido com seu irmão, nomeia um novo ministério, dissolve as Câmaras e, convocadas as cortes à maneira antiga, é proclamado, pelos três estados do reino, rei absoluto.
  • Period: to

    Guerra civil portuguesa

    A Guerra Civil Portuguesa, também conhecida como Guerras Liberais, Guerra Miguelista ou Guerra dos Dois Irmãos, foi a guerra civil travada em Portugal entre os liberais constitucionalistas e os absolutistas sobre a sucessão real
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    Desembarque liberal no Porto liderado por D.Pedro

    Após desembarcar no Pampelido, o exército liberal liderado por D. Pedro IV vindo dos Açores parte para a cidade do Porto, onde entra às primeiras horas da manhã do dia 9. Ao meio-dia chegava à Praça Nova, atual Praça da Liberdade.
  • Nova constituição de 1838

    A revolução francesa de 1830 trouxe uma corrente defensora de um liberalismo mais purista. Esta pretendia que a carta não dependesse vontade do rei, mas que fosse reconhecida pela soberania do povo, representando na Assembleia Nacional e instituído de poderes constituintes.
  • Period: to

    Maria da Fonte e Patuleia

    Nada fazia prever que o protesto de um grupo de mulheres fosse o primeiro ato do fim do cabralismo em Portugal. Na primavera de 1846, as foices e as gadanhas minhotas estenderam o rastilho do ódio ao reino. Tudo acabou na guerra civil da Patuleia
  • Início da Regeneração.

    Regeneração é a designação dada ao período da Monarquia Constitucional portuguesa que se seguiu à insurreição militar de 1 de Maio de 1851 que levou à queda de Costa Cabral e dos governos de inspiração setembrista.
  • Period: to

    Fontismo

    Fontismo é a designação dada ao período que se seguiu à Regeneração, e à consequente diminuição, ainda que temporária, da crónica instabilidade política em que tinha mergulhado a monarquia constitucional portuguesa
  • 1 Linha de Caminho-de-ferro

    A história dos caminhos de ferro em Portugal reveste-se de uma elevada importância para o conhecimento da evolução histórica deste país a partir de meados do século XIX. O desenvolvimento operado no país nos séculos XIX e XX fica a dever-se, no âmbito das vias de comunicação, maioritariamente ao meio ferroviário
  • Telégrafo em Portugal

    A realidade foi que o aumento de linhas telegráficas em Portugal foi acontecendo de uma forma célere, passando de 32 km de linhas telegráficas existentes em 1855, para 677 km um ano mais tarde e para 1571 km no final de 1857. Até finais de 1863, a cobertura telegráfica foi grandemente expandida, chegando até Espanha.
  • Desenvolvimento da Industria.

    A CUF produzia e comercializava milhares de produtos – adubos, óleos vegetais, azeites, sabões, velas, rações, têxteis, entre outros -, e do seu grupo, em Portugal e nas antigas colónias, faziam parte as empresas Tabaqueira, Lisnave e Setenave, o Banco Totta e a Companhia de Seguros Império
  • Fundação do Partido Republicano Português

    Em março de 1876 foi fundado o Partido Republicano Português.
    O seu triunfo aproveitou-se de uma conjuntura desfavorável à Monarquia Portuguesa. Esta, apesar de ser constitucional, estava desacreditada. O povo, incapaz de resolver os problemas do País e do Império, as esperanças voltavam-se todas para a instauração da República.
    Os republicanos queriam instruir o povo e trazê-lo à participação política, melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e fazer um Portugal mais próspero.
  • Instalação da 1a central telefónica

    Nos anos seguintes,1880 dariam entrada no Ministério das Obras Públicas vários requerimentos para o estabelecimento e exploração das redes telefónicas de Lisboa e Porto. A construção das primeiras redes telefónicas em Portugal só seria iniciada em 1882, depois de ultrapassadas diversas hesitações e frustradas várias propostas.
  • Inauguração da Ponte D. Luís no Porto

    Com dois tabuleiros, distanciados entre si cerca de cinquenta metros, a ponte Luís I é uma obra única no mundo. Exemplar excecional do património industrial e da arquitetura do ferro dos finais do século XIX, a ponte Luís I marca fortemente a paisagem ribeirinha do Porto e Gaia, estando classificada como Património da Humanidade pela Unesco.
  • Ultimato Inglês

    Em 11 de janeiro de 1890, o Reino Unido lança um ultimato a Portugal, exigindo a retirada militar dos territórios entre Angola e Moçambique, sob a ameaça do rompimento de relações entre as duas nações europeias.
  • Tentativa de golpe de estado republicano no Porto

    A revolta do 31 de janeiro de 1891 foi um levantamento militar que teve lugar na cidade do Porto e que é considerado como a primeira revolta republicana, a primeira tentativa de derrube da monarquia e de implantação da República em Portugal.
  • Regicídio

    O Regicídio de 1908 foi o assassinato do Rei D. Carlos I de Portugal e dos Algarves e do seu herdeiro aparente, Luís Filipe, Príncipe Real de Portugal, por assassinos simpatizantes dos interesses Republicanos e auxiliados por elementos dentro da Carbonária Portuguesa, políticos desencantados e antimonarquistas.
  • Implantação da República.

    A Implantação da República foi resultado de uma revolução organizada pelo Partido Republicano Português, iniciada no dia 2 e vitoriosa na madrugada do dia 5 de outubro de 1910, que destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal