Cola eletrônica

Cola eletrônica - Linha do Tempo

  • Fraudes em Exames Público da Universidade Federal do Acre

    O Jonral Estadão afirma que a romena Iona Rusei usou em 2002 artifícios de uma quadrilha que passava "cola eletrônica" para dar respostas a candidatos.
    Em : http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,fraudes-em-exames-e-concursos-terminam-em-impunidade,618093,0.htm , acessado em 31 de outrubro de 2010.
  • Ufac - Como descobriram.

    A Polícia Federal prendeu pais e estudantes que ingressaram em Medicina na Ufac - eles desembolsaram até R$ 25 mil pela vaga.
  • UFAC- Consequencias,,,,,

    T todos foram liberados, pois a defesa alegou que o Código Penal não prevê punição para fraude com equipamento eletrônico.
  • OAB - Caso de Cola Eletrônica.

    Em 2007, quando a prova ainda não estava unificada, a ordem registrou fraudes nas seções de São Paulo, Goiás e Distrito Federal. Segundo site : :http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,fraudes-em-exames-e-concursos-terminam-em-impunidade,618093,0.htm Acessado em 30 outubro 2012.
  • OAB - Desenvolver e como foi descoberto.

    Segundo denúncia do MPF - que em agosto se tornou processo criminal na 3.ª Vara Federal de Santos -, o diretor da Segundo denúncias, a Faculdade de Direito da Universidade Santa Cecília, Norberto Moreira da Silva, teria contratado uma quadrilha e montado um cursinho no qual bacharéis da casa receberiam aulas sobre as questões do exame e modos de transmitir cola eletrônica.
  • OAB- Final do caso.

    Nenhuma medida foi tomada por falta de provas. A OAB criou um campo em que o recém-formado assina e toma ciência de que será responsabilizado administrativamente e até criminalmente se for pego "colando". Mas as implicações podem ser ainda mais graves para a carreira.
  • Universidade de Cuiabá ( unic ) - Caso de quadrilha de Cola Eletrônica.

    Sete pessoas, com idade entre 18 e 22 anos, foram presas neste fim de semana, em Cuiabá, sob suspeita de envolvimento em um esquema de fraude no vestibular de medicina da Universidade de Cuiabá (Unic). Segundo site http://g1.globo.com/educacao/noticia/2010/11/policia-flagra-cola-eletronica-em-pes-de-candidatos-em-vestibular-em-mt.html acessado em 30 de outubro de 2012.
  • UNIC - Como descobriram.

    A polícia afirma que, após denúncias de uma possível fraude no vestibular, agentes disfarçados de fiscais participaram do primeiro dia de prova, que ocorreu no sábado (27). Na saída, candidatos suspeitos foram abordados. Com eles, foram encontrados celulares presos aos pés dos estudantes.
  • UNIC - Fim do caso.

    Segundo a polícia, apesar de ser uma conduta imoral e antiética, não existe crime por receber informações. A polícia ainda afirma que a quadrilha não sabia que existiam três tipos de prova. Os supostos "organizadores" do esquema estão presos e vão responder por estelionato e formação de quadrilha. A polícia investiga se há mais envolvidos.
  • Unipam - Caso de Cola Eletrônica

    Um jovem foi preso, neste domingo (28), depois de ter sido flagrado com um ponto eletrônico durante o vestibular do Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam), na região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Segundo o site :
    http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2010/11/candidato-vestibular-e-preso-com-ponto-eletronico-em-minas-gerais.html Acessado em 30 de outubro de 2012..
  • UNIPAM - Como descobriram.

    A denúncia de que alguns candidatos poderiam tentar fraudar a avaliação veio da instituição de ensino.O delegado Luís Mauro Sampaio afirma que o suspeito tem 20 anos e tentava uma vaga no curso de Medicina. Ele decididiu buscar na internet por alguém que lhe desse respostas para a prova. Em um site, um homem anunciava a venda de pontos eletrônicos.
    O vendedor exigiu que o jovem enviasse a confirmação de inscrição e ououtros dados. O pagamento seria feito após a confirmação da aprovação na prova,
  • UNIPAM - DESFECHO DO CASO

    O jovem foi solto e vai responder ao processo em liberdade..
  • Lei sobre fraudes em Certames de Interesse Publico.

    LEI Nº 12.550, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011:
    A recente Lei nº 12.550, de 15 de dezembro de 2011, autorizou a criação da empresa pública denominada Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.
    A empresa será responsável por crimes contra a fé pública, cujos sujeitos são: ativo – qualquer pessoa, sendo que na hipótese de ser praticado por funcionário público há aumento de pena (§3º); passivo – vislumbramos o Estado, a coletividade e, possivelmente uma vítima imediata que pode ser prejudicada.
  • Lei nº 12.550

    Segundo publicação em : http://atualidadesdodireito.com.br/lfg/2012/01/11/fraudes-em-concursos-ou-certames-publicos-nova-lei-a-cola-eletronica-ficou-de-fora/ , Acessado em 30 de outubro de 2012. A lei permitirá a fiscalização e direcionamento de penas a fraudes em certames de interesse público.