VISÃO ANALÍTICA DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO NO BRASIL:

  • Software Siscai

    Software Siscai
    UFRJ - 1966 •  Departamento de Cálculo Científico de origem ao Núcleo de Computação Eletrônica – NCE •  Computador utilizado como objeto de estudo •  UFRGS •  Desenvolvimento do SISCAI •  Avaliação de alunos de pós-graduação em educação
  • LOGO

    LOGO
    A linguagem Logo foi desenvolvida em 1967 tendo como base a teoria de Piaget e algumas idéias da Inteligência Artificial (Papert, 1980).
  • A História da Informática na Educação no Brasil

    A História da Informática na Educação no Brasil
    O Brasil deu os primeiros passos, no caminho da informática educativa, em 1971, de acordo com o livro Projeto Educom.
  • Professor Ubiratan d'Ambrosio (UNICAMP)

    Professor Ubiratan d'Ambrosio (UNICAMP)
    Em 1975, um grupo de pesquisadores da Universidade de
    Campinas (Unicamp), coordenado pelo professor Ubiratan
    d’Ambrósio, do Instituto de Matemática, Estatística e Ciências
    da Computação, escreveu o documento “Introdução de Computadores nas Escolas de 2o Grau”, financiado pelo acordo do
    Ministério da Educação (MEC) com o Banco Interamericano de
    Desenvolvimento (BID), mediante convênio com o Programa
    de Reformulação do Ensino (Premen)–MEC, existente na época.
  • Identidade própria

    Identidade própria
    Se estabeleceu através de diversas atividades que permitiram que essa área hoje tenha uma identidade própria, raízes sólidas e relativa maturidade. Apesar dos fortes apelos da mídia e das
    qualidades inerentes ao computador, a sua disseminação nas escolas está hoje muito aquém do
    que se anunciava e se desejava.
  • I Seminário Educacional de Informática na Educação (UnB)

    I Seminário Educacional de Informática na Educação (UnB)
    Como princípio fundamental do trabalho desenvolvido, a equipe
    reconheceu como prioritária a necessidade de consulta
    permanente à comunidade técnico-científica nacional, no sentido
    de discutir estratégias de planejamento que refletissem
    as preocupações e o interesse da sociedade brasileira. Para
    isso, decidiu realizar o I Seminário Nacional de Informática na
    Educação, na Universidade de Brasília (UnB), no período de 25
    a 27 de agosto de 1981.
  • Subsídios

    Subsídios
    Em dezembro de 1981, foi divulgado o documento “Subsí-
    dios para a Implantação do Programa Nacional de Informática
    na Educação”, que apresentou o primeiro modelo de funcionamento de um futuro sistema de informática na educação
    brasileira, elaborado por aquela equipe. Esse documento recomendava que as iniciativas nacionais deveriam estar centradas
    nas universidades e não diretamente nas Secretarias
    de Educação,
  • I Seminário Educacional de Informática na Educação na (UFB)

    I Seminário Educacional de Informática na Educação na (UFB)
    Universidade Federal da Bahia em 1982. Esses seminários
    estabeleceram um programa de atuação que originou o EDUCOM e
    uma sistemática de trabalho diferente de quaisquer outros programas educacionais iniciados pelo MEC. No caso da Informática na Educação as decisões e as propostas nunca foram
    totalmente centralizadas no MEC. Eram fruto de discussões e propostas feitas pela comunidade de técnicos e pesquisadores da área.
  • Publicação de Documento aprovado pelo MEC

    Publicação de Documento aprovado pelo MEC
    Julho/83: publicação do documento: Diretrizes para o Estabelecimento da Política de Informática no Setor de Educação,
    Cultura e Desporto, aprovado pela Comissão de
    Coordenação-Geral do MEC, em 26 de outubro de 1982.
  • SEI (Comissão Especial)

    SEI (Comissão Especial)
    Em janeiro de 1983, foi criada, no âmbito da SEI, a Comissão Especial no 11/1983 – Informática na Educação, por meio da Portaria SEI/CSN/PR no 001/1983. Essa comissão tinha por finalidade, entre outros aspectos, conforme Maria Candida Moraes, propor a orientação básica da política de utilização das tecnologias da informação no processo de ensino-aprendizagem,
  • Centrospiloto

    Agosto/83: publicação do Comunicado SEI, solicitando a
    apresentação de projetos para a implantação de centrospiloto
    junto às universidades
  • Projeto FORMAR

    Projeto FORMAR
    O Projeto Formar foi criado por recomendação do Comitê
    Assessor de Informática e Educação (Caie) do Ministério da
    Educação (MEC), sob a coordenação do Nied/Unicamp e ministrado por pesquisadores e especialistas dos demais centros-piloto integrantes do Projeto Educom. Destinava-se, em sua primeira etapa, à formação de profissionais para atuarem nos diversos centros de informática educativa dos sistemas estaduais e municipais de educação.
  • Proninfe

    Proninfe
    A partir de todas essas iniciativas, foi estabelecida uma sólida
    base para a criação de um Programa Nacional de Informática
    Educativa (Proninfe), que foi efetivado em outubro de 1989,
    com a Portaria Ministerial no 549/GM. O Proninfe tinha por finalidade: Desenvolver a informática educativa no Brasil, através de projetos e atividades, articulados e convergentes, apoiados em fundamentação pedagógica sólida e atualizada [...].
  • ProInfo

    ProInfo
    Em abril de 1997, foi criado, pela Portaria no 522/MEC, o Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo) para promover o uso pedagógico da informática na rede pública de ensino fundamental e médio. O programa é desenvolvido pela Secretaria de Educação a Distância (Seed), por meio do Departamento de Infra-Estrutura Tecnológica (Ditec), em parceria com as Secretarias de Educação estaduais e municipais.
  • Referência: Acesso em 11/03/18

    VALENTE, José Arnaldo; ALMEIDA, Fernando José de. Visão Analítica da Informática na Educação do Brasil:: A questão da formação do Professor. São Paulo-SP: Revista Brasileira de Informática na Educação, 1977. Disponível em:http://ead.campusvirtual.ufla.br/pluginfile.php/52646/mod_assign/intro/Texto%202%20-.pdf. NASCIMENTO, João Kerginaldo Firmino do. Informática aplicada à aducação: técnico em multimeios didáticos. Brasilia-df: Universidade de Brasília, 2007. 84 p. (Profuncionário).