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Por muito tempo as pessoas diferentes e com deficiência eram associadas ao sobrenatural. Em algumas culturas passíveis de tortura e morte. -
Mito, estereótipo e exclusão -
Foi um período marcado pela segregação de pessoas com deficiência e transtornos. Muitos se encontravam em instituições, como hospitais psiquiátricos, sem distinções.
Concepção clinica e alguns avanços na área da pesquisa. Alguns destaques, como exemplo Jean Marc Itard (1774-1838), que desenvolveu métodos para o ensino de pessoas com deficiência.
Alguns países contavam com instituições especializadas para pessoas cegas e surdas. Ênfase nas atividades de vida diária (AVD). -
Caráter privado.
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A educação especial passa a ser sistematizada em meados do século XX.
No Brasil o atendimento é segregado em instituições especializadas e hospitais psiquiátricos.
Com o fim da segunda guerra mundial e com os diversos movimentos sociais reivindicando direitos para todos, surge a ONU e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Há uma ausência de Política Nacional para a Educação Especial no Brasil. Nesse período o governo brasileiro lança algumas campanhas para pessoas cegas e surdas. -
Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE
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A educação especial passa a integrar a organização das Secretárias de Estado da Educação, fazendo parte do sistema de ensino.
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Conta com um título para a Educação Especial, no qual, o serviços educacionais para pessoas com deficiência devem ser ofertados, dentro do possível no ensino regular.
Incentivo financeiro para as instituições que ofertassem esses serviços. -
Filosofia da Normalização.
Movimento pela integração das pessoas com deficiência. Período marcado pela institucionalização e integração, com alternativas pedagógicas menos segregadas, porém, o aluno deve adaptar-se e ser capaz de realizar as atividades para integrar a escola regular.
Instituições especializadas fora das escolas regulares. -
Subsistema que integra o Ministério da Educação.
Formação de especialistas da Educação Especial. Envio de docentes para cursos no exterior. -
Antiga CENESP.
Introduziu a Educação Especial no planejamento das políticas públicas educacionais. -
Educação como direito de todos. -
Conferência Mundial sobre Educação para Todos, em Jomtien, Tailândia, de 5 a 9 de março de 1990.
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Integração das escolas especiais aos sistemas de ensino. Nesse modelo a escola deve se adaptar para atender o PAEE.
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Refere sobre princípios, políticas e práticas da Educação Especial.
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Capítulo 5 - Educação Especial. -
Parâmetros Curriculares: adaptações curriculares – estratégias para uma educação de alunos com necessidades educacionais especiais. -
Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. -
Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 – definindo a Acessibilidade e Desenho Universal.