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Grécia Antiga - Séc VI a.C.
Histórias com morais ou alegorias onde os personagens eram animais mas que apresentavam características humanas repassadas de forma oral. -
França - Séc XVII
Adaptação de histórias contadas através da oralidade para o meio escrito, como Cinderela e Chapeuzinho Vermelho. Histórias que refletiam o aspecto social do período inserido. -
França - Séc XVII
Trabalho com fábulas inspirado em Esopo. Reescreveu fábulas como A Raposa e as Uvas e O Leão e o Rato. Suas primeiras obras foram consumidas pela monarquia e pela nobreza. -
Alemanha - Séc XIX
Estudo do folclore alemão e registro dessas histórias impresso, disseminando a leitura das adaptações culturais e contextuais desses contos, que variavam de acordo com a região a contá-las -
Dinamarca – Séc XIX
Releitura dos contos já reproduzidos pela Europa e criação de suas histórias com referência em elementos autobiográficos. Usando em suas obras características de si mesmo e do contexto social inserido em histórias como Patinho Feio e A Pequena Vendedora de Fósforos. -
Brasil – Séc XX
Inicialmente, literatura para adultos. Com elementos autobiográficos, tecia críticas à sociedade brasileira através de seus personagens como nas histórias do Sítio do Pica Pau Amarelo. Criou as três primeiras editoras brasileiras, de forma a ser pioneiro na disseminação da literatura no país, doando obras para as escolas públicas. -
Brasil – Séc XX
Com o intuito de estudar e disseminar a literatura no Brasil, foi vinculada ao Ministério da Educação e Saúde Pública. Com nomes como Cecília Meireles e Manuel Bandeira, a Comissão atuou no meio político-social do Brasil administrando livros para as escolas públicas e privadas e separando os conteúdos para o público infantil dos conteúdos pertinentes aos assuntos de “adultos”.