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Roma Antiga

  • Tibério Graco se torna Tribuno da Plebe
    133 BCE

    Tibério Graco se torna Tribuno da Plebe

    Num contexto de crise da República, havia um alto número de escravos, fome e desemprego. O êxodo rural inicia, em meio a forte desigualdade territorial. Enquanto patrícios consolidavam poder, uma nova classe de ricos comerciantes surgia, insatisfeita sem ter poder político. Nesse meio, Tibério Graco é eleito tribuno da plebe e propõe a Lei de limite de terras, que tentava conter o êxodo e equilibrar o cenário de desigualdade. Isso levou à reação da elite, resultando no assassinato de Tibério.
  • Revolta dos Escravos
    73 BCE

    Revolta dos Escravos

    Liderada por Espártaco, foi a maior revolta de escravos de Roma, alcançando 120 mil revoltosos. No contexto, os escravos se revoltaram pelo fim da servidão. Apesar de obter vitórias, graças a descuidos do exército romano, foi contida pelo general Crasso. No momento, Roma vivia uma crise gerada pelos muitos escravos, desemprego e a fome. A ameaça das bases sociais romanas pela revolta demonstraram a forte instabilidade do período, o qual caminhava para uma ruptura política.
  • O Primeiro Triunvirato
    66 BCE

    O Primeiro Triunvirato

    Depois de um período de instabilidade social, Roma se organizou politicamente com 3 cônsules, sendo eles os generais Júlio César, Pompeu e Crasso. Instituiu-se uma nova forma de administração compartilhada. No momento, o militarismo era muito valorizado, de forma que os generais possuíam grande prestígio político, ao ponto de serem nomeados os líderes. Posteriormente, com a saída de Crasso, os dois cônsules restantes disputariam o poder, resultando em uma guerra civil.
  • Morte de Júlio César
    44 BCE

    Morte de Júlio César

    Júlio César foi morto por uma conspiração do Senado romano, pois acreditavam que a concentração de poder poderia comprometer a República. Nesse momento, Roma passava por um período de crise, em que ocorria forte ebulição social. Com a saída de Crasso do Triunvirato, o contexto promoveu a disputa entre César e Pompeu. A guerra civil decorrente foi ganha por César, que se autoproclamou ditador, apoiado pela população. Seu assassinato, porém, não impediria a posterior mudança do poder político.
  • Otávio Imperador
    27 BCE

    Otávio Imperador

    A partir da imposição do Segundo Triunvirato (44 a.C), Otávio, Marco Antônio e Lépido se tornaram cônsules. Com Lépido se afastando do poder em poucos anos, Otávio e Marco Antônio disputaram o poder e a aprovação do Senado. Marco Antônio comete suicídio após perder batalhas e apoio do Senado. Por isso, Otávio se tornou imperador romano. Ele reunia o poder máximo, sendo o único governante - se intitulava divino e principal (prínceps) -, logo, dando início ao período do Império em Roma.
  • Morte de Otávio Augusto
    14

    Morte de Otávio Augusto

    Morto no ano 14, foi o primeiro imperador romano, conquistando avanços em diversos aspectos, como na economia - uso da mão de obra escrava, moeda própria, fundação de portos, etc. trouxeram riqueza. Além disso, estruturou um sistema de manutenção da população através do “Pão e circo”, que a mantinha alimentada e ocupada com entretenimento. Esse grande crescimento levou Roma ao período da 'Pax Romana'. Mais além, sua morte não deu fim à prosperidade para o povo romano, marcando o século de ouro.
  • Construção do Coliseu
    70

    Construção do Coliseu

    O Coliseu é um monumento construído pelo imperador Vespasiano, durante a Pax Romana - período de controle da ameaça estrangeira - e da política do Pão e Circo - estratégia de mitigação de problemas internos. O edifício tinha a função de manter o povo romano entretido durante o período do ócio com lutas de gladiadores - escravos - e, com fornecimento de alimentos para a população, trazia estabilidade social. A construção do Coliseu afirmou um período de grande estabilidade e prosperidade romana.
  • Crise do expansionismo
    96

    Crise do expansionismo

    Com o início na Pax Romana, o Império Romano se encontrou em uma situação de crise, por volta de 96 e 192, já que o sistema de escravos, advindos de territórios conquistados, ruía. Com o fim do movimento de expansão, houve uma falta de escravos, que se tornaram mais caros, favorecendo a existência de trabalhadores livres. Em simultâneo, o escravismo foi sendo substituído pelo colonato, o qual gerou um êxodo urbano, em que homens iam trabalhar na produção agrícola de grandes propriedades rurais.
  • Divisão do Império em Tetrarquia
    286

    Divisão do Império em Tetrarquia

    Em contexto, ocorria uma crise no sistema escravista, a qual propiciou a existência de colonatos, os quais empregavam trabalhadores livres. Em simultâneo, ocorria uma crise inflacionária, que desviava as riquezas para o setor Oriental de Roma. Houve, também, a desarticulação das instituições políticas, contribuindo para um desastre no manejo do exército e das fronteiras. Em busca de recuperar o controle, Diocleciano dividiu o Império em quatro partes, com quatro dirigentes militares.
  • Constantino se torna Imperador
    306

    Constantino se torna Imperador

    Constantino foi aclamado imperador em 306, após o esfacelamento da Tetrarquia vigente. Com a unificação do poder político, Constantino pôde fundar, em 330, a cidade de Constantinopla, a qual tornar-se-ia a nova capital do Império - estava imune à crise de Roma ocidental por ter economia mercantil diversificada e estar distante das invasões bárbaras. Além disso, Constantino contribuiu na difusão do cristianismo em Roma através da liberdade de culto aos cristão pelo Édito de Milão, 313.

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