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Roma entrou em guerra contra Cartago (fundada pelos fenícios) que apresentava uma excelente estrutura comercial no norte da África. Após 23 anos de lutas, Roma é declarada como vencedora e Cartago, comandada por Amílcar Barca, passa a pagar pesados tributos para os romanos e lhes entrega os territórios da Sardenha, Sicília e Córsega, que serviram de início para a construção do domínio territorial romano.
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Aníbal Barca, filho de Amílcar, lidera um grande exército rumo ao norte com o objetivo de derrotar Roma. Apesar de obter sucesso em sua missão, não tinha forças para chegar em Roma. Contudo, o exército Romano conquistou suas terras gradualmente e, o líder Aníbal, em uma situação de fragilidade, teve que retornar a Cartago para de. Em 201 a.C, os romanos venceram os africanos.
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Ainda que o domínio romano no Mediterrâneo fosse evidente, foi imposto no acordo de paz que Cartago só poderia lutar caso fosse aprovado pelo senado romano. Tal lei provocou a terceira e última guerra púnica. Os romanos, como estratégia diplomática, invadiram e destruíram o Cartago, vindos da Numídia. Completamente destruída, a cidade serviu como ponto de partida para a grande expansão romana, já que esta era o principal bloqueio para este ato.
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Tibério e Caio Graco tentaram solucionar a turbulenta crise em Roma (causada pelo aumento significante do número de escravos vindos de terras conquistadas, os quais substituíram diversas atividades realizadas por trabalhadores livres, ocasionando alto desemprego). Para isso, os irmãos propuseram a Reforma Agrária, ou seja, a distribuição de terras públicas para os desempregados.
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Caio Graco retorna ao Tribuno da Plebe, e para atender as necessidades da Plebe, adotou diversas medidas, entre elas a Lei Frumentária, que visava a diminuição dos preços do trigo para maior acesso da população. Os patrícios eram contrários a todas as propostas, e isso levou a morte de Caio e a prisão de seus seguidores.
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Formado por uma junta militar (generais Júlio César, Pompeu e Crasso), que estabeleceu uma nova forma de administração na política, com a administração partilhada. -
Após a morte de Crasso, Pompeu e Júlio passaram a disputar o poder, porém Júlio vence, e se autoproclama Ditador Vitalício. O Senado se incomodou com a centralização de poder no ditador, e 4 anos depois Júlio César é assassinado por Brutus e Cássio no edifício do Senado. -
Formado por Otávio, Marco Antônio e Lépido, deu continuidade a estrutura política do Primeiro Triunvirato, porém, assim como neste, o sistema se desequilibrou: Lépido se Afastou, Marco Antônio administrou o Ocidente e Otávio o Oriente. -
Marco Antônio, que estabeleceu alianças com o Egito, rompeu com Otávio, provocando uma guerra entre as autoridades, e Otávio venceu alguns anos depois.
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Otávio recebeu o título de Imperador pelo senado, intitulando-se Augustus, marcando o início do Império Romano. -
Após a morte do Imperador, Roma foi governada por uma série de dinastias até 235 d.C. -
Cabe destacar a importância histórica e religiosa deste período, uma vez que foi o maior da perseguição religiosa contra os Cristãos.
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O imperador Constantino declarou, no Édito de Milão, o fim da perseguição aos cristãos, concedendo-lhes liberdade religiosa.
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