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História do corpo - Idealização do corpo (passado e futuro)

  • Grécia antiga (Séc XII - IX a.C.)
    1100 BCE

    Grécia antiga (Séc XII - IX a.C.)

    O corpo era visto como elemento de glorificação e de interesse do Estado. A exibição de um corpo nu representava a sua saúde e os Gregos apreciavam a beleza de um corpo saudável e bem proporcionado. O corpo era valorizado pela sua saúde, capacidade atlética e fertilidade.(Fonte: A GLANCE INTO THE BODY: YESTERDAY’S AND TODAY’S BODY - Universidade do Porto, Porto, Portugal)
  • Idade Média - Séc V d.C (Fonte: Tucherman, 2004)
    500

    Idade Média - Séc V d.C (Fonte: Tucherman, 2004)

    A característica essencialmente agrária da sociedade feudal justificava o poder da presença corporal sobre a vida cotidiana; características físicas como a altura, a cor da pele e peso corporal, associadas ao vínculo que o indivíduo mantinha com a terra, eram determinantes na distribuição das funções sociais. É também na Idade Média que aparece a nova figura literária do cavaleiro andante, do amor cortês, refletindo, deste modo, uma visão muito diferente do corpo e das suas relações.
  • Era Moderna - (Séc XVI d.C)
    1460

    Era Moderna - (Séc XVI d.C)

    No Renascimento, as ações humanas passaram a
    ser guiadas pelo método científico, começa a haver uma maior preocupação com a liberdade do ser humano e a concepção de corpo é consequência disso. A disciplina e controle corporais eram preceitos básicos. Todas as atividades físicas eram prescritas por um sistema de regras rígidas, visando a saúde corporal. (Pelegrini, 2006).
  • Os tempos atuais - séc XX/XXI

    Os tempos atuais - séc XX/XXI

    A necessidade humana, nos nossos dias, de se
    encaixar no padrão estético, parece desencadear uma imagem em crise, demonstrando-se através de uma série de sintomas como o aumento das próteses, a criação do cyborg (o ciber-corpo), a clonagem, as intervenções estéticas ou ainda o uso de substâncias químicas. Assim, as indústrias da beleza e da saúde têm no corpo o seu maior consumidor. (FONTE: Universidade do Porto, Porto, Portugal)