Romantismo no brasil

Romantismo no Brasil

  • Primeira geração do romantismo

    Primeira geração  do romantismo
    A primeira geração, fortemente influenciada pela Independência do Brasil, conquistada em 1822, buscava uma poesia que identificasse o país com suas raízes históricas, linguísticas e culturais, assim como o brasileiro buscava sua própria identidade neste novo Brasil, livre de Portugal.
  • Características do romantismo

    Características do romantismo
    Um dos fatos mais importantes do Romantismo foi a criação de um novo público, uma vez que a literatura torna-se mais popular, o que não acontecia com os estilos de época de características clássicas. Surge o romance , forma mais acessível de manifestação literária; o teatro ganha novo impulso, abandonando as formas clássicas. Com a formação dos primeiros cursos universitários em 1827 e com o liberalismo burguês, dois novos elementos da sociedade brasileira representam um mercado consumidor a ser
  • Outra característica importante do romantismo

    Outra característica importante do romantismo
    Outra característica marcante no romantismo e verdadeiro “cartão de visita” de toda a escola foi o sentimentalismo , a valorização dos sentimentos, das emoções pessoais: é o mundo interior que conta, o subjetivismo . e à medida que se volta para o eu, para o individualismo, o pessoalismo, perde-se a consciência do todo, do coletivo, do social. A constante valorização do eu gera o egocentrismo ; os poetas românticos se colocavam como o centro do universo. É evidente que daí surge um choque da re
  • O Romantismo no Brasil

    O Romantismo no Brasil
    O Romantismo no Brasil inicia-se no ano de 1836, tendo como marco inicial a obra Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves de Magalhães. Didaticamente, na poesia, dividimos o movimento em três gerações: a primeira, nacionalista; a segunda, conhecida como ‘mal do século’; e a terceira, marcada pelo condoreirismo.
  • Obras e autores da primeira geração

    Obras  e autores da primeira geração
    Destacam-se nesta primeira geração os poetas Gonçalves Dias, com obras como Canção do Exílio e I-Juca Pirama, e Gonçalves de Magalhães, com a Confederação dos Tamoios.
  • No final do romantismo

    No final do romantismo
    Já ao final do Romantismo brasileiro, a partir de 1860, as transformações econômicas, políticas e sociais levam a uma literatura mais próxima da realidade; a poesia reflete as grandes agitações, como a luta abolicionista, a Guerra do Paraguai, o ideal de República. É a decadência do regime monárquico e o aparecimento da poesia social de Castro Alves. No fundo, uma transição para o realismo.
  • Terceira geração do romantismo

    Terceira geração do romantismo
    A terceira geração romântica surge em meados de 60 e dura até o fim do Romantismo, em 1880. Com inspiração em Victor Hugo, esta geração traz uma poesia com foco político e social, marcada pelo momento em que as ideias abolicionistas e republicanas vinham à tona e. o desejo de libertar-se da realidade atrasada do Império era forte.É uma fase que já anuncia a mudança para o Realismo, pois tirava o foco do ‘eu’ e colocava este foco no assunto e na realidade social, trazendo postura crítica e um
  • Obras e autores da terceira geração

    Obras e autores da terceira geração
    Nesta geração o nome mais famoso é o de Castro Alves, com seu épico O Navio Negreiro. Temos também Joaquim de Sousa Andrade e José Joaquim de Campos Leão.
  • Segunda geração do romantismo

    Segunda geração do romantismo
    A segunda geração surgiu em meados da década de 50 do século XIX e, na contramão da primeira geração, traz uma poesia onde o eu-lírico volta-se mais para si, afastando-se dos acontecimentos políticos e sociais da época. Com inspiração de Lord Byron, poeta britânico, a poesia da segunda geração tinha em suas temáticas o pessimismo, o apego aos vícios e o foco nos sentimentos, que apareciam de forma exagerada e idealizada na poesia.
  • Obras e autores da segunda geração

    Obras e autores da segunda geração
    O grande nome desta fase é Álvares de Azevedo, com sua Lira dos Vinte Anos e a prosa Noite da Taverna, que destoa dos tipos de prosa do Romantismo, tendo nesta obra as características da segunda geração poética. Além deste, temos também Casemiro de Abreu, que, ao contrário de Álvares, estava mais encaixado no gosto do público, não entrando em temáticas tão mórbidas. Por último, temos Fagundes Varela, poeta em transição, com algumas poesias que começavam a voltar seu olhar para a sociedade.