HISTÓRIA DA ABERJ

  • Década de 1920

    Impacto do recente governo soviético para a economia global e tentativa de união de forças dos países capitalistas; Baixa na economia de importação após o impacto da Grande Guerra; primeiro ensaio de valorização da industrialização e do mercado interno
  • Period: to

    Associação Bancária do Rio de Janeiro (1922-1961)

    Nomenclatura inicial da Aberj, tendo permanecido a mesma desde sua criação à transferência da capital para Brasília.
  • Criada a Associação Bancária do Rio de Janeiro

    Criada a Associação Bancária do Rio de Janeiro
    1º Presidente: Alberto Teixeira Boavista
    Fonte: Jornal do Commercio
  • Period: to

    Novembro a Dezembro: Primeiras aparições da Associação em banquetes e solenidades

    Fonte: Jornal do Commercio e O Paiz
  • Registro em cartório da Associação e de seu Primeiro Estatuto

    Registro em cartório da Associação e de seu Primeiro Estatuto
    Fonte: documentação interna
  • Julho: Padronização dos dias e horários de funcionamento dos bancos associados

    Julho: Padronização dos dias e horários de funcionamento dos bancos associados
    Primeiros momentos relatados pela imprensa do que seriam funções da Associação. Fonte: Jornal do Commercio e Correio da Manhã
  • Julho de 1923: Entrada do Banco do Brasil ao quadro de Associados; primeiro banco público a se juntar à Associação;

    Fonte: Documentação interna
  • Dezembro de 1923: Alberto Boavista representa a Associação Bancária do Rio de Janeiro no Centro Industrial do Brasil

    Centro criado por diversas associações de classe para fiscalizar o projeto de lei referente à organização do trabalho nas indústrias
    Fonte: Jornal do Commercio
  • Period: to

    Demonstração de apoio às causas da classe comercial

    Dia do Empregado do Comércio passa a ser feriado bancário; Apoio à demanda da União dos Empregados do Comércio pelo uso de molhadores higiênicos para facilitar a contagem de cédulas; Assinatura de manifestos junto à associações da classe comercial; Fonte: Correio da Manhã. Jornal do Commercio
  • Maio: Defesa do Banco do Brasil como Banco Emissor e da criação do Banco Hipotecário Nacional

    Maio: Defesa do Banco do Brasil como Banco Emissor e da criação do Banco Hipotecário Nacional
    Fonte: Entrevista de Alberto Teixeira Boavista publicada no Jornal do Commercio
  • Novo estatuto da Associação;

    Casas bancárias podem se associar e há a abertura para a reeleição da diretoria; Alberto Boavista será reeleito até 1930;
    Fonte: documentação interna e Almanak Laemmert
  • Padronização dos feriados bancários

    Primeiros momentos relatados pela imprensa do que seriam funções da Associação. Fonte: O Paiz e Correio da Manhã
  • Assembleia Geral e eleição da diretoria da Associação para o ano de 1925

    Foram reeleitos todos os membros da mesa, que continua assim constituída:
    Presidente, Alberto Teixeira Boavista, diretor da casa bancária Boavista e C. Limitada; vice-presidente, Frank Dodd, gerente do British Bank of South America, Limited; secretário, Gilbert L. Hime, gerente do Banco Comercial do Estado de S. Paulo; tesoureiro, Manuel Petrucci, gerente do Banco da Província do Rio Grande do Sul. Rio de Janeiro, O Paiz, 25 de dezembro de 1924, ed. 14676
  • Março de 1925: Apoio à proposta de câmbio da Libra Esterlina para a moeda nacional

    Objetivo: obtenção de políticas que dinamizem a economia nacional;
    Fonte: O Paiz
  • Alberto Boavista estava alinhado com a defesa da Associação sobre o uso do cheque como algo revolucionário para o sistema financeiro do Brasil.

    Palestra de Alberto Teixeira Boavista no Rotary Club sobre a “necessidade de se intensificar entre nós o uso do cheque bancário”. Disse que “o que estava ali fazendo, nada mais era do que a continuação da campanha que vinha sustentando desde 1922”. “Prosseguindo, apontou o que tem sido feito na Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos da América do Norte e, apoiado em cifras, salientou as enormes vantagens colhidas nesses países com o uso do cheque." Jornal do Brasil, 10 de maio de 1925, ed. 112
  • “O dia do empregado do comércio e a Associação Bancária”

    A Associação recebeu um ofício elogioso da União dos Empregados do Comércio em agradecimento à inclusão do Dia do Empregado do Comércio, 30 de outubro, à lista de feriados bancários de 1926. Tal ato foi visto como “cavalheiresco” e valorizador da luta da classe referente. O Paiz, 20 de dezembro de 1925, ed 15036 p.18
  • Investigação da Associação acerca de casos em que a declaração de falência é utilizada como artifício de fraude “FALÊNCIAS E CONCORDATAS"

    Investigação da Associação acerca de casos em que a declaração de falência é utilizada como artifício de fraude  “FALÊNCIAS E CONCORDATAS"
    "Na Associação Bancária do Rio de Janeiro, foi discutida, numa das últimas reuniões, uma série de medidas tendentes a coibir os abusos muitas vezes verificados nas falências e concordatas.
    [...] Assim, se tratou de providências especiais contra falidos ou firmas, das quais façam parte pessoas que já tenham obtido reabilitação com dividendo inferior àquele.
    Assim a falência será um favor legal, admitido em benefício do comerciante infeliz, mas não um elemento de fraude.”
    CDM, 25 de mar de 1926
  • A Associação faz parte de uma grande comissão das classes conservadoras em prol da organização e planejamento de um banquete em homenagem ao futuro presidente, Washington Luis

    Rio de Janeiro, O Paiz, 3 de outubro de 1926, ed. 15323 p. 8
  • Manchete: “Os aviadores brasileiros que tripulam o ‘Jahú’ realizaram com brilho a etapa Gibraltar-Las Palmas”

    Manchete: “Os aviadores brasileiros que tripulam o ‘Jahú’ realizaram com brilho a etapa Gibraltar-Las Palmas”
    Título: “O vôo brasileiro Gênova-Santos. Com um tempo esplêndido, o ‘Jahú’ [hidroavião] lançou-se ontem à realização da sua primeira grande etapa”
    A Associação Bancária do Rio de Janeiro é citada como membro de uma grande comissão do comércio e indústria encarregada de prestar homenagens aos aviadores do “Jahú”. Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 26 de outubro de 1926, ed. 09744
  • Comemoração em homenagem aos quatro anos de existência da Associação Bancária, realizada no Copacabana Palace

    Comemoração em homenagem aos quatro anos de existência da Associação Bancária, realizada no Copacabana Palace
    realizada no Copacabana Palace; Presença de Getúlio Vargas, Ministro da Fazenda, Antonio Mostardeiro Filho, presidente do Banco do Brasil e de muitos diretores e gerentes de bancos; Discurso de Alberto Boavista: debate sobre a importância social da Associação; necessidade de se cortar a visão pejorativa associada aos banqueiros; banqueiro como elo entre a riqueza e o trabalho;interlocução com outras associações;
    Fonte: Jornal do Commercio
  • Eleição da nova diretoria da Associação.

    Eleição da nova diretoria da Associação.
    Rio de Janeiro, O Paiz, 24 de dezembro de 1926, ed. 15405
  • Banquete oferecido por admiradores ao presidente da Associação, Alberto Boavista, pelo seu retorno da Europa.

    Banquete oferecido por admiradores ao presidente da Associação, Alberto Boavista, pelo seu retorno da Europa.
    “O Sr. Alberto Boavista, presidente da Associação Bancária do Rio de Janeiro e diretor do Banco Boavista [...] foi objeto de carinhosa homenagem de seus numerosos amigos e admiradores, que lhe ofereceram no último sábado, no Jockey Club, um cordialíssimo almoço.
    [..] É não só um notável homem de negócios, largamente apreciado e conceituado nos altos círculos comerciais e financeiros desta praça, como um espírito de complexa cultura, além de um cavalheiro de primorosas qualidades."
    Fonte: O Paiz
  • Fevereiro de 1927: Defesa da liberação do uso de cheques-cruzados em pagamentos em geral para além dos títulos da União.

    Objetivo: controlar uma possível inflação (câmbio baixo e necessidade de maior tiragem de moeda) ao trocar as cédulas por cheques, facilitar as relações comerciais.
    Preocupação da Associação em apoiar mecanismos de desenvolvimento econômico e comercial; Fonte: Jornal do Commercio
  • Julho de 1928: Organização de eventos em homenagem à Presidência da República

    Convocação da Associação Bancária do Rio de Janeiro, junto à outras associações, à uma missa de ação de graças pelo Presidente da República, Washington Luís. Fonte: Jornal do Commercio
  • Visita do Inspetor geral de bancos, dr. Ramalho Ortigão, às instalações da Associação Bancária do Rio de Janeiro, atendendo ao convite da própria diretoria da mesma.

    Visita do Inspetor geral de bancos, dr. Ramalho Ortigão, às instalações da Associação Bancária do Rio de Janeiro, atendendo ao convite da própria diretoria da mesma.
    “O ato, embora de caráter íntimo, revestiu-se de brilho e de grande cordialidade.” Rio de Janeiro, Correio da Manhã 9 de junho de 1928
  • Agosto de 1928: Participação da Associação Bancária do Rio de Janeiro na reformulação da Lei de Falências

    Parecer de Prudente de Moraes Filho, consultor jurídico da Associação Bancária: “Eis porque penso ser preferível modificar essa lei, e acho que a Associação Bancária do Rio do Janeiro, se conduziria com acerto dando, nesse ponto, seu valioso apoio à proposta da Associação Comercial de São Paulo. Numa lei de falências, duas coisas interessam sobremodo aos bancos: embaraços às concordatas ruinosas para os credores e rigorosas medidas contra a fraude.”
    Fonte: Estado de São Paulo
  • Fiscalização direta de irregularidades nos gastos municipais pela Associação.

    A Associação Bancária do Rio de Janeiro pleiteia a extinção do imposto (taxa extra), cobrado pela prefeitura, destinado à construção de 3 mil casas populares para famílias pobres.
    Ainda, critica a cobrança desse imposto duas vezes havendo, em contraponto, a ausência de planos efetivos de construção dessas casas. A Associação se coloca nesse momento como agente de fiscalização de interesses públicos para além dos restritos à sua própria classe.
    Fonte: Correio da Manhã, 23 de outubro de 1928
  • A Associação como uma das instituições das classes conservadoras a prestarem homenagem a Carvalho Britto, diretor do Banco do Brasil

    Rio de Janeiro, O Paiz, 29 de agosto de 1929 edição 16384
  • Novembro de 1929: Participação da Associação nas discussões sobre a Crise do Café

    Novembro de 1929: Participação da Associação nas discussões sobre a Crise do Café
    A crise de importação cafeeira já era sentida desde a Primeira Guerra Mundial, e se intensificou com o cenário financeiro mundial de 1929. Reunião realizada pela Associação Bancária, com a presença dos diretores do Centro de Comércio do Café e do presidente do Banco do Brasil, para serem discutidas táticas de manutenção da estabilidade do comércio cafeeiro. Possibilidade de oferecimento de títulos de garantia. Fonte: O Jornal, 1 de novembro de 1929, ed. 3360
  • Dezembro de 1929: Apoio à adesão dos empregados dos bancos à Associação dos Empregados do Comércio.

    Dezembro de 1929: Apoio à adesão dos empregados dos bancos à Associação dos Empregados do Comércio.
    Interlocução constante da Aberj com as associações do comércio
    Fonte: O Paiz
  • Década de 1930: Realização de almoços semanais da Associação, no restaurante do Jockey Club, com a presença de figuras notáveis para a capital no período.

    Década de 1930: Realização de almoços semanais da Associação, no restaurante do Jockey Club,  com a presença de figuras notáveis para a capital no período.
    Todos os almoços tinham um propósito e, inclusive, havia sempre um roteiro a se seguir com perguntas aos convidados; presente a pressão acerca de assuntos relacionados ao sistema bancário.
    Aberj ainda como órgão regulador da atividade bancária
    Fonte: Documentação interna e Diário de Notícias
  • Period: to

    Década de 30

    1931: Governo Provisório de Getúlio Vargas após golpe militar;
    1933: Ápice da ascensão do fascismo de Mussolini;
    Ascensão dos regimes totalitários na Europa;
    Década de 1930: início do nacional-desenvolvimentismo (incentivo ao mercado e indústria internos) varguista;
  • Decreto nº 20.451. Banco do Brasil se torna o responsável pelas relações cambiais do país e a Associação faz parte de uma comissão responsável por estabelecer datas e divisões de quotas cambiais nessa nova dinâmica.

    Decreto nº 20.451. Banco do Brasil se torna o responsável pelas relações cambiais do país e a Associação faz parte de uma comissão responsável por estabelecer datas e divisões de quotas cambiais nessa nova dinâmica.
    Havia a necessidade de estabelecer uma instituição única para as relações cambiais do país (Banco do Brasil), considerando a instabilidade econômica enfrentada pelo Brasil durante o governo provisório de Getúlio Vargas. 
    Fonte: Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos. Decreto nº 20.451 de 28 de setembro de 1931.
  • Sobre a eleição da nova diretoria da Associação.

    “A presidência da Associação Bancária, vinha sendo exercida desde sua fundação até agora, pelo seu criador, o sr. Alberto Teixeira Boavista, conceituado banqueiro de nossa praça e diretor do Banco Boavista, o qual, havendo irrevogavelmente deliberado não aceitar mais sua reeleição que seria a nona, recebeu dos seus pares uma significativa manifestação, ao passar a presidência ao seu sucessor.” Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 28 de dezembro de 1930, edição 11051
  • Dezembro de 1930: Eleição de uma nova diretoria para a Associação no ano de 1931. Alberto Boavista é substituído por P. J. Paternot.

    Dezembro de 1930: Eleição de uma nova diretoria para a Associação no ano de 1931. Alberto Boavista é substituído por P. J. Paternot.
    Um dos documentos dos quais esta informação foi retirada (coluna crítica), atrela a eleição de uma diretoria completamente nova – salvo o tesoureiro, Mario Petrucci – ao contexto marcante que o Brasil estava a enfrentar: o Governo Provisório de Getúlio Vargas. Da mesma forma que as expectativas sobre os novos rumos do país eram altas, as sobre a atuação de uma diretoria nova também. Fonte: Documentação interna e Diário de Notícias
  • Sobre o decreto do governo provisório acerca do controle do câmbio por intermédio do Banco do Brasil.

    Criação de uma comissão reguladora composta por representantes do Banco do Brasil, da Associação Bancária do Rio de Janeiro (presidente) e da Associação Bancário de São Paulo (presidente)
  • Visita da diretoria da Associação Bancária do Rio de Janeiro ao chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas

    Visita da diretoria da Associação Bancária do Rio de Janeiro ao chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas
    Rio de Janeiro, Diário de Notícias, 30 de setembro de 1931, ed. 470
  • Outubro de 1931: Tentativa recorrente da Associação de esclarecimento de novos decretos que tangem à economia junto às instituições competentes.

    Ex: Caso da reformulação do imposto sobre a renda e do decreto de concessão de moratória e câmbio de emergência. Era um hábito da Associação enviar cartas e ofícios com questionamentos acercas de novas leis e decretos, ainda mais se esses parecessem ambíguos. Fonte: Correio da Manhã, 15 e 22 de out de 1931
  • Instabilidade política e econômica do país com o governo provisório. Medo da Associação pelos riscos que o decreto de moratória e câmbio emergencial poderia trazer, para além dos benefícios.

    O câmbio no Brasil se encontrava em baixa, o que afetava diretamente o comércio de importação. Uma tática de estabilização da economia cambial foi decretar a moratória a partir da prorrogação de 60 dias de títulos de crédito vencidos.
    Ou seja, ao mesmo tempo que a moratória pode auxiliar o pagamento por parte do devedor, esse importador também pode sofrer junto ao vendedor estrangeiro por não saldar a dívida em dia. Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 22 de outubro de 1931, ed. 11305
  • Dezembro de 1931: J.J. Monteiro de Andrade assume a presidência da Associação.

    Dezembro de 1931: J.J. Monteiro de Andrade assume a presidência da Associação.
    Reeleição de P.J. Paternot como presidente da Associação. No entanto, este renuncia ao cargo e indica Monteiro de Andrade para a eleição. A diretoria então fica assim: Presidente: J.J. Monteiro de Andrade
    Vice: Gudesteu Pires (diretor do Banco de Crédito Real de Minas Gerais)
    Secretário: H. Sthamer (diretor do Banco Alemão Transatlântico)
    Tesoureiro: Mario Petrucci (Banco da Província do Rio Grande do Sul) Fonte: Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 18 de dezembro de 1931, ed. 11354
  • Almoço Semanal: Como decorreu ontem o almoço semanal da Associação Bancária do Rio de Janeiro, ao qual compareceram altas personalidades do meio financeiro desta capital

    Almoço Semanal: Como decorreu ontem o almoço semanal da Associação Bancária do Rio de Janeiro, ao qual compareceram altas personalidades do meio financeiro desta capital
    "Ao almoço semanal da Associação Bancária do Rio de Janeiro, ontem realizado no Jockey Club, com a presença de grandes figuras do nossos meio financeiro, compareceu o sr. Souza Costa, presidente do Banco do Brasil que, servindo-se da oportunidade, faz declarações interessantes para os estabelecimentos bancários nacionais e estrangeiros.
    O assunto foi a Caixa de Mobilização Bancária, criada há pouco tempo, por um decreto do Governo Provisório. Rio de Janeiro, Diário de Notícias,17 jun 1932,726
  • Agosto de 1932: Demonstração de preocupação acerca dos impactos da ditadura que estava a se formar e das Revolução Constitucionalista em São Paulo.

    Agosto de 1932: Demonstração de preocupação acerca dos impactos da ditadura que estava a se formar e das Revolução Constitucionalista em São Paulo.
    J.J. Monteiro de Andrade, o presidente da Associação Bancária do Rio de Janeiro, escreve: “Realizou-se ontem, à hora marcada, a reunião geral dos Presidentes de todas as Associações de Classe desta Cidade, convocada pelo Presidente da Associação Comercial, para se tratar do humanitário propósito de se pôr fim à atual guerra civil que o Estado de São Paulo sustenta há 48 dias contra a Ditadura, tendo eu a ela comparecido na qualidade de Presidente da Nossa Associação.” Documentação interna
  • Dezembro de 1932: atuação da Associação na elaboração do regulamento acerca da jornada de trabalho nos bancos.

    Dezembro de 1932: atuação da Associação na elaboração do regulamento acerca da jornada de trabalho nos bancos.
    A Associação Bancária do Rio de Janeiro, sob a representação de Francisco Paes Barreto Cardoso, sub-gerente do Bank of London Ltda., faz parte da comissão que estuda a regulamentação do horário de 6 horas de trabalho nos bancos. Fonte: Documentação interna; Diário de Notícias, 8 de dezembro de 1932, edição 895
  • Dezembro de 1932: Gudesteu Pires é eleito para Presidente da Associação.

    Dezembro de 1932: Gudesteu Pires é eleito para Presidente da Associação.
    Fonte: Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 29 de dezembro de 1932, ed. 11677
  • Maio de 1933: A Associação Bancária do Rio de Janeiro foi uma das instituições que mandaram telegramas de apoio ao presidente do governo provisório, Getúlio Vargas, após o acidente sofrido por ele e sua esposa na estrada Rio-Petrópolis;

    Maio de 1933: A Associação Bancária do Rio de Janeiro foi uma das instituições que mandaram telegramas de apoio ao presidente do governo provisório, Getúlio Vargas, após o acidente sofrido por ele e sua esposa na estrada Rio-Petrópolis;
    “Em 25 de abril de 1933, a poucos dias das eleições para a Constituinte, Vargas sofreu um grave acidente de automóvel quando se dirigia a Petrópolis [...]. Uma enorme pedra atingiu o automóvel, matando um de seus ajudantes-de-ordem, capitão Celso Pestana, e fraturando as pernas de Vargas e de sua esposa” Fonte: Rio de Janeiro, Diário de Notícias, 3 de maio de 1933, ed. 1039; CPDOC/FGV; Correio da Manhã
  • Falecimento do ex-presidente da Associação, Prosper Jean Paternot, durante sua viagem de férias a Bruxelas

    Rio de Janeiro Diário de Notícias 29 de outubro de 1933 ed. 2113 p. 4 (Publicação em inglês)
  • Visita do Ministro do Trabalho, Agamenon Magalhães, à sede social da Associação Bancária.

    Visita do Ministro do Trabalho, Agamenon Magalhães, à sede social da Associação Bancária.
    Houveram discursos em homenagem ao visitante, havendo o destaque para o discurso do presidente da Associação, Gudesteu Pires. Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 28 de setembro de 1934, ed. 12222
  • Sobre o decreto acerca do trabalho nos bancos. A Associação havia entrado com um recurso junto ao Ministério do Trabalho.

    Ficaram decretadas 6 horas diárias de trabalho (36 horas semanais), salvo em situações emergenciais
  • Almoço no restaurante do Jockey Club em homenagem ao 12º aniversário da Associação.

    Almoço no restaurante do Jockey Club em homenagem ao 12º aniversário da Associação.
    Reitera a informação de que a data de criação da Aberj foi 8 de novembro de 1922.
    “[...] Presidirá a essa festa de confraternização o ministro da Fazenda, sr. Artur de Souza Costa, banqueiro e antigo presidente do Banco do Brasil, devendo pronunciar o brinde de honra o dr. Viçoso Jardim, atual presidente da Associação Bancária e diretor do Banco Português do Brasil. A Associação Bancária foi fundada em 1922, pelos srs. Alberto Teixeira Boavista, e Jayme de Vasconcellos.”
    Fonte:Diário de Notícias
  • Sobre a eleição de Pedro Ernesto como primeiro prefeito eleito da capital

    “A Associação Bancária do Rio de Janeiro, associando-se às homenagens prestadas pela posse do primeiro prefeito eleito, consagrando-se, desse modo, a autonomia do Distrito Federal, deliberou que os Bancos associados não reabrissem, no segundo expediente, para que os funcionários tomassem parte no ato da posse do Dr. Pedro Ernesto." Rio de Janeiro, Jornal do Commercio, 9 de abril de 1935, ed. 160
  • Afastamento do secretário Viçoso Jardim por motivo de saúde e eleição de Francisco Alves dos Santos Filho

    Afastamento do secretário Viçoso Jardim por motivo de saúde e eleição de Francisco Alves dos Santos Filho
    Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 12 de julho de 1935, ed. 12467
  • 14 a 21 de Dezembro de 1935: Participação da Associação no 1º Congresso Nacional contra o analfabetismo, da Cruzada Nacional de Educação.

    O primeiro presidente da Aberj, Alberto Boavista, também fazia parte da Cruzada Nacional da Educação Fonte: Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 13 de dezembro de 1935, ed. 12599
  • Falecimento do fundador da Associação, Alberto Boavista

    Alberto Teixeira Boavista faleceu aos 59 anos. Além de fundador da Associação, foi seu presidente pelos 8 anos que seguiram sua criação.
  • Sobre o decreto presidencial de nacionalização de bancos de depósito.

    Sobre o decreto presidencial de nacionalização de bancos de depósito.
    Gudesteu Pires declara seu apoio ao decreto: “representa um princípio de ordem econômica nacional e não um interesse privativo dos bancos brasileiros”; “os bancos estrangeiros poderão continuar a colaborar conosco, como têm feito até agora, no domínio comercial, facilitando a circulação e incrementando os negócios, o que vale a dizer a produção e o comércio.” Rio de Janeiro, Diário Carioca, 19 abril de 1941, ed. 3937
  • Sobre a necessidade de reforma da lei dos cheques - grande movimento de opinião em torno do assunto

    Sobre a necessidade de reforma da lei dos cheques - grande movimento de opinião em torno do assunto
    Comissão de banqueiros e juristas designada pela Associação Bancária para redigir o anteprojeto a ser levado para o Governo “O que os meios bancários pleiteiam é que se dê ao cheque absoluta segurança, tornando-o um meio de pagamento de livre e ampla circulação.” Rio de Janeiro, Diário Carioca, 8 de junho de 1941, ed 3979
  • Participação da Associação na comissão organizadora da Segunda Semana do Trânsito

    Participação da Associação na comissão organizadora da Segunda Semana do Trânsito
    O evento tinha como objetivo a campanha educativa de pedestres e motoristas. Humberto Gottuzo foi representante da Associação Bancária do Rio de Janeiro nesse evento A Associação aparece nesse contexto mais uma vez como participante de iniciativas de instrução cívica
  • Almoço em Homenagem a Gastão Vidigal, diretor da carteira de Exportação e Importação do Banco do Brasil

    Almoço em Homenagem a Gastão Vidigal, diretor da carteira de Exportação e Importação do Banco do Brasil
    A homenagem ao recém nomeado diretor da carteira de Exportação e Importação ocorreu no restaurante do Jockey Club e contou com a participação de figuras importantes do círculo financeiro e administrativo do país. O presidente da Associação Bancária, Gudesteu Pires, discursou a favor do homenageado. Revista da Semana, 15 de agosto de 1942, ed. 33
  • 1943: Contexto da Segunda Guerra Mundial e do Estado Novo getulista. Apoio da Associação ao “bônus de guerra” como medida eficaz de combate à inflação em tempos de conflito.

    1943: Contexto da Segunda Guerra Mundial e do Estado Novo getulista. Apoio da Associação ao “bônus de guerra” como medida eficaz de combate à inflação em tempos de conflito.
    Gudesteu Pires é o presidente da Associação no período e declara: “O sentimento, nos meios bancários, é o de franca e leal cooperação com o Governo, não somente numa operação financeira de grande envergadura, mas, especialmente, em um ato eminentemente patriótico, por ser um serviço de guerra, que entende não somente com a defesa nacional, mas também, em demonstrações positivas de solidariedade com as Nações Unidas.”
    Fonte: Rio de Janeiro, Diário de Notícias, 15 de maio de 1943, ed. 6304
  • A Associação Bancária ofereceu uma ajuda de custos de Cr$ 50.000 para o estudo acerca da paralisia infantil, empreendido nos nos Estados Unidos pelo Dr. Esmaragdo Ramos de Sousa e comissão.

    A Associação Bancária ofereceu uma ajuda de custos de Cr$ 50.000 para o estudo acerca da paralisia infantil, empreendido nos nos Estados Unidos pelo Dr. Esmaragdo Ramos de Sousa e comissão.
    Rio de Janeiro, Diário de Notícias, 29 de julho de 1943, edição 6368
  • Recepção, empreendida pela a Associação Bancária, ao Ministro da Fazenda, Souza e Costa, que estava retornando de sua viagem aos Estados Unidos

    Recepção, empreendida pela a Associação Bancária, ao Ministro da Fazenda, Souza e Costa, que estava retornando de sua viagem aos Estados Unidos
    Recepção, empreendida pela a Associação Bancária, ao Ministro da Fazenda, Souza e Costa, que estava retornando de sua viagem aos Estados Unidos. Informação adicional: Francisco Alves dos Santos Filho (presidente da Associação em 1938) viajou junto ao Ministro como membro delegado à Conferência de Bretton Woods. Rio de Janeiro, Diário Carioca, 10 de agosto de 1944, edição 4955
  • Discussão sobre o cheque de turismo para o pagamento de taxas e impostos. Proposta de reformulação da legislação acerca dos cheques. Entrevista com o presidente da Associação Bancária, João Leão de Faria

    Discussão sobre o cheque de turismo para o pagamento de taxas e impostos. Proposta de reformulação da legislação acerca dos cheques. Entrevista com o presidente da Associação Bancária, João Leão de Faria
    Proposta de reformulação da legislação acerca dos cheques e entrevista do presidente J. L. de Faria..
    “Por iniciativa da Associação Bancária do Rio de Janeiro e algumas figuras marcantes dos nossos meios financeiros e comerciais, se processa presentemente um movimento no sentido de se modificar o instituto do cheque. A lei que existe sobre o assunto tem mais de trinta anos e, por isso, se tornou inadequada e falha aos fins a que se destina." A Noite, 14 de setembro de 1944, ed. 11707
  • O anteprojeto de reformulação da Lei do Cheque elaborado pela Associação Bancária

    O anteprojeto de reformulação da Lei do Cheque elaborado pela Associação Bancária
    O presidente da Associação, João Leão de Faria, cedeu uma entrevista para o Gazeta de Notícias acerca do anteprojeto que estava a ser elaborado. Tal ânimo de reformulação da Lei do Cheque era tido para o período como um marco para a vida bancária do país, proporcionando possibilidades de lucro e conveniência. Rio de Janeiro, Gazeta de Notícias, 21 de setembro de 1944, ed. 223
  • Publicado no Diário Oficial de 16 de julho de 1946 o anteprojeto de reformulação da lei do cheque elaborado pela Associação bancária.

    Publicado no Diário Oficial de 16 de julho de 1946 o anteprojeto de reformulação da lei do cheque elaborado pela Associação bancária.
    Rio de Janeiro, A Noite, 17 de julho de 1946, ed.12314
  • Apoio da Associação Bancária às demandas da Associação de Empregados dos Estabelecimentos Bancários pela alteração dos horários dos bancos.

    Determinação do novo horário único dos estabelecimentos bancários: de 12 às 16hrs Por não ser uma decisão unânime de todos os bancos, alguns deles retraem e voltam ao horário anterior de 9:30 às 11:30hrs e de 13:30 às 15:30 Rio de Janeiro, Diário de Notícias, a partir de 7 de agosto de 1947, edições 7602 e 7612
  • Recomendação da Associação para que os emitentes de cheques, sobretudo do comércio, adotem os cheques-cruzados (quando o depósito vai direto para a conta do favorecido) para que haja uma maior segurança.

    Recomendação da Associação para que os emitentes de cheques, sobretudo do comércio, adotem os cheques-cruzados (quando o depósito vai direto para a conta do favorecido) para que haja uma maior segurança.
    Correio da Manhã, 18 de novembro de 1950, ed. 17692
  • Considerado Constitucional o projeto de reformulação da regulação da emissão e circulação de cheques e

    Tal projeto foi baseado no anteprojeto fornecido pela Associação Bancária anteriormente Fonte: Diário de Notícias, 13 de novembro de 1951
  • Oposição da Associação Bancária, juntamente ao Sindicato dos Bancos, à Lei Municipal 746, de 26 de novembro de 1952.

    Oposição da Associação Bancária, juntamente ao Sindicato dos Bancos, à Lei Municipal 746, de 26 de novembro de 1952.
    Considerada antidemocrática por ambas as instituições, tal lei garante o cancelamento de débitos em determinados casos pela anistia fiscal e, em contrapartida, o aumento de taxas e impostos sobre outras operações, os emolumentos. Diário Carioca, 29 de novembro de 1952, ed. 7489
  • O presidente da Associação Bancária, Ademar Leite Ribeiro, fala ao Correio da Manhã sobre a necessidade de criação do Banco Central

    "Considero que é chegado o momento de pensarmos seriamente na criação do Banco Central no país, órgão que viria dar estrutura real ao sistema bancário brasileiro’ — declarou-nos o sr. Ademar Leite Ribeiro, presidente da Associação Bancária do Rio de Janeiro." Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 20 de julho de 1958, ed. 20035
  • Participação da Associação Bancária na criação do CONCLAP (Conselho das Classes Produtoras). Ademar Leite Ribeiro, presidente da Associação, foi eleito tesoureiro do CONCLAP.

    “A Associação Bancária do Rio de Janeiro não poderia deixar de estar presente em um momento como este em que todos procuramos definir posições em relação ao sentido da Vida que objetiva nosso plano de trabalho. O programa da CONCLAP define bem o que devemos fazer para atingir os seus objetivos. Uma coisa fica bem patente em tudo quanto temos ouvido neste momento — disse o sr. Ademar Leite Ribeiro, presidente da Associação Bancária do Rio de Janeiro." Correio da Manhã, 17 de julho de 1959.
  • Publicação sob o título “transferência da Capital deve ser paulatina” na qual o presidente da Associação Bancária, Ademar Leite Ribeiro, em declarações ao Correio da Manhã, defende a transferência gradual da capital da República para Brasília

    Publicação sob o título “transferência da Capital deve ser paulatina” na qual o presidente da Associação Bancária, Ademar Leite Ribeiro, em declarações ao Correio da Manhã, defende a transferência gradual da capital da República para Brasília
    Ainda, aponta que esta transferência gradual seria benéfica para que a ordem econômica e financeira nacional não fossem sacrificadas, caso contrário, traria transtornos à economia interna do país.
    Por fim, ao falar propriamente da Associação Ademar Leite Ribeiro aponta que a mesma deveria sempre ser presidida por um banqueiro, cujo estabelecimento tenha sede localizada no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Correio da Manhã, 21 de fevereiro de 1960, ed. 20524 6º caderno
  • Assistência às vítimas do "Sismo de Valdívia"

    Assistência às vítimas do "Sismo de Valdívia"
    A Associação Bancária fornece assistência aos banqueiros para que seja elaborado um plano de ajuda às vítimas dos terremotos no Chile Destaque para a preocupação social da Associação Correio da Manhã, 15 de junho de 1960, ed. 20619
  • A Associação Bancária se mantém perto dos assuntos que tangem os interesses dos funcionários dos Bancos mesmo após a criação do Sindicato em 1934.

    A Associação Bancária se mantém perto dos assuntos que tangem os interesses dos funcionários dos Bancos mesmo após a criação do Sindicato em 1934.
    Publicação acerca da demanda pelo aumento salarial dos bancários. Há a transcrição de um parecer enviado pela própria Associação Bancária do Rio de Janeiro. Última Hora, 6 de outubro de 1960, ed. 3155 p. 2
  • Primeiro Congresso de Bancos, realizado no Copacabana Palace

    Primeiro Congresso de Bancos, realizado no Copacabana Palace
    A Associação Bancária do Rio de Janeiro se configura como patrocinadora do evento, o qual tem como objetivo discutir assuntos relativos aos bancos e à criação do tão aguardado Banco Central Destaque para dois aspectos que dialogam com a Associação:
    discussão sobre a necessidade de se haver uma associação dos bancos para o Estado da Guanabara, considerando a existência já de um sindicato e criação de cursos de formação profissional pela Associação Última Hora, 7 de novembro de 1960, ed. 3182
  • Consolidação do papel da Associação conhecido nos dias atuais

    Informações acerca do que foi discutido em continuação ao Congresso de Bancos Decisão pela implementação de cursos de formação e aprimoramento profissional de bancários e “assuntos pertinentes a questões sociais dos empregados bancários” A escolha pela mudança de nome da Associação também pode ter sido consolidada por este Congresso Correio da Manhã, 2 de novembro de 1960, ed. 20739
    Última Hora, 11 de novembro de 1960, ed. 454
  • Period: to

    Associação dos Bancos do Estado da Guanabara - ABEG (1960-1975)

    Esta nomenclatura permaneceu durante toda a existência do Estado da Guanabara, centro político e administrativo da região fluminense no período
  • Convite para uma reunião-almoço pelo Banco da Amazônia à Associação e o plano de ocupação Médici

    Convite para uma reunião-almoço pelo Banco da Amazônia à Associação e o plano de ocupação Médici
    Convite para uma reunião-almoço pelo Banco da Amazônia à Associação para que houvesse um maior entrosamento entre o empresariado em preparo ao I Seminário de Turismo que iria ocorrer em Manaus. O texto da carta-convite ainda reitera a necessidade do empresariado no plano de ocupação econômico-social da Amazônia, presente nas pautas do governo militar Médici. Fonte: Documentação interna Apresentação do contexto: O plano de ocupação da Amazônia pela Ditadura Civil-Militar
  • III CONCLAP - Conferência Nacional das Classes Produtoras

    III CONCLAP - Conferência Nacional das Classes Produtoras
    A III Conferência Nacional das Classes Produtoras, a qual contou com a participação da Associação (ABEG, na época), reuniu cerca de 1500 indivíduos do empresariado no Museu de Arte Moderna em um evento de 5 dias para discutir assuntos acerca do Mercado Financeiro nacional e da especialização de mão-de-obra
  • Participação da Associação no IX Congresso Nacional de Bancos, em São Paulo

    Participação da Associação no IX Congresso Nacional de Bancos, em São Paulo
    Celio Teodoro Assunção (diretor secretário) e Rui do Amaral (secretário executivo) participaram do evento como representantes da Associação dos Bancos do Estado da Guanabara. O presidente da Associação, Nelson Parente Ribeiro, se encontrava em estado de convalescença dada uma recente cirurgia.
  • Period: to

    Associação dos Bancos do Estado do Rio de Janeiro - ABERJ (1975-presente)

    O nome da Associação é novamente alterado após a extinção do Estado da Guanabara e o retorno ao Estado do Rio de Janeiro para a totalidade do território fluminense.
  • Expansão das representações da Associação para o Espírito Santo através de delegados a partir de 1979 (fonte: revista 80 anos Aberj).

  • Fusão administrativa entre a Associação e o Sindicato dos Bancos do Estado do Rio de Janeiro