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Irena Sendler nasceu no dia 15 de Fevereiro no ano de 1910 em Varsóvia -
Irena aos 19 anos, era assistente social do Departamento de Bem estar Social de Varsóvia, trabalhava com enfermeiras e organizava espaços de refeições comunitárias, com objetivo de ajudar as pessoas mais necessitadas.
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Concebeu um arquivo no qual registrava os nomes e dados das crianças e as suas novas identidades.
Os nazis souberam dessas atividades e em 20 de Outubro de 1943; Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a prisão de Pawiak onde foi brutalmente torturada -
Em 1944, já em liberdade, durante o revolta de Varsóvia, colocou as listas em dois frascos de vidro e enterrou-os no jardim de uma vizinha para se assegurar de que chegariam às mãos indicadas se ela morresse. Ao acabar a guerra, Irena desenterrou-os e entregou as notas ao doutor Adolfo Berman, o primeiro presidente do comité de salvação dos judeus sobreviventes. Lamentavelmente, a maior parte das famílias das crianças tinha sido morta nos campos de extermínio nazis.
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Em 1965, a organização Yad Vashem de Jerusalém deu-lhe o título de Justa entre as Nações e nomeou-a cidadã honorária de Israel.
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Em Novembro de 2003 o presidente da República Aleksander Kwaśniewski, concedeu-lhe a mais alta distinção civil da Polónia: a Ordem da Águia Branca.
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Irena Sendler foi apresentada como candidata para o prémio Nobel da Paz pelo governo polaco. Esta iniciativa pertenceu ao presidente Lech Kaczyński e contou com o apoio oficial do Estado de Israel através do primeiro-ministro Ehud Olmert, e da Organização de Sobreviventes do Holocausto residentes em Israel.
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Irena morreu em Varsóvia, em 12 de maio de 2008, aos 98 anos. Estava internada num hospital da capital polonesa á um mês, devido à uma pneumonia. Foi sepultada no cemitério Powązki.