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A Mesopotâmia abrigou parte das primeiras civilizações da humanidade. A presença em sua região dos rios Tigre e Eufrates foi fundamental para que o homem, a partir do desenvolvimento da agricultura e da criação de animais, pudesse sedentarizar-se e formar cidades naquele local. Diversos povos habitaram a Mesopotâmia durante a Antiguidade, entre eles, destacam-se os sumérios, amoritas, assírios e caldeus.
Mesopotâmia -
A civilização fenícia desenvolveu-se na Fenícia, território do atual Líbano. Os fenícios eram povos de origem semita. Por volta de 3000 a.C., estabeleceram-se numa estreita faixa de terra com cerca de 35 km de largura, situada entre as montanhas do Líbano e o mar Mediterrâneo. Com 200 km de extensão, corresponde a maior parte do litoral do atual Líbano e uma pequena parte da Síria.
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A Grécia Antiga foi uma civilização pertencente a um período da história grega que abrange desde o Período Homérico dos séculos XII a IX a.C. até o fim da antiguidade. Imediatamente após este período foi o início do início da Idade Média e da era bizantina.
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Olho por olho, dente por dente
O Código de Hamurabi é um conjunto de leis criadas pelo sexto rei da Suméria Hamurábi, da primeira dinastia babilônica, no século XVIII a.C., na Mesopotâmia. É um código baseado na lei do Talião, que representa uma dura retaliação do crime praticado e de sua pena. -
Esparta foi uma proeminente pólis da Grécia Antiga, situada nas margens do rio Eurotas, na Lacônia, sudeste do Peloponeso. Ela surgiu como uma entidade política em torno do século X a.C., quando os invasores dórios subjugaram a população local.
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A pólis - plural: poleis - era o modelo das antigas cidades gregas, desde o período arcaico até o período clássico. Eram civilizações micênicas formadas pelos Aqueus, Jônios, Élios e Cretenses. Devido às suas características, o termo pode ser usado como sinônimo de cidade-Estado. As maiores e principais Poleis eram Esparta e Antenas.
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A Antiguidade Oriental refere-se às primeiras civilizações agrícolas e mercantis da época, que compreendem, entre outros, os povos mesopotâmicos, os egípcios, os fenícios, os persas, os hebreus, os hindus e os chineses.
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Em seu lugar passou a reinar o filho Esar-Hadom, chamado também de Assaradom e que viveu entre 681 a.C. até 669 a.C.. Assaradom expandiu o domínio assírio até o Nilo e se estabeleceu no Egito. Também reconstruiu a Babilônia que, durante certo período, foi a capital do império.
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Nabucodonosor reinou entre os anos 604 a 562 a.C, após a sua morte o Império Babilônico passou a ser governado por seu filho, entraria em declínio devido à má administração, o que possibilitou a invasão e domínio pelos povos persas comandados pelo rei Ciro.
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DescriçãoPérsia é o nome metonímico pelo qual os gregos da Antiguidade designavam o território governado pelos reis aquemênidas, cuja dinastia marcou o apogeu do império, que, graças às conquistas territoriais empreendidas por Dario I e Xerxes I, tornara-se o maior império do mundo conhecido.
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A origem de Atenas é marcada pela invasão dos aquêus, eólios e jônios. Esses povos foram responsáveis pela formação cultural da cidade de Atenas. Ela eram a principal cidade estado da Grécia antiga alem de ser o principal centro cultural e intelectual do Ocidente.
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Grécia Clássica foi um período de cerca de 200 anos na cultura grega. Esse período foi caracterizado pelas guerras médicas. Os persas dominaram a região do mar Jônio onde uma série de cidades-Estado de origem grega foi submetida ao Império Persa. Ao se rebelarem contra os persas, conseguiram o apoio de outras cidades-Estado, principalmente de Atenas, o que levou à guerra entre as duas civilizações.
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Guerras Médicas, Guerras Greco-Persas, Guerras Persas ou Guerras Medas são designações dadas aos conflitos bélicos entre os antigos gregos e o Império Aquemênida durante o século V a.C., de 499 até 449 a.C. A colisão entre o mundo político fragmentado dos gregos (aqueus, jônios, dórios e eólios) e o enorme império dos persas começara pela disputa sobre a Jônia na Ásia Menor, quando as colônias gregas da região, especialmente Mileto, tentaram livrar-se do domínio persa.
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A guerra do Peloponeso foi um conflito armado entre Atenas e Esparta, de 431 a 404 a.C. Sua história foi detalhadamente registrada por Tucídides, na obra História da Guerra do Peloponeso, e por Xenofonte, na obra Helênicas. Uma das razões da guerra foi o “suicídio grego”, que foi o enfraquecimento das Poleis, facilitando a dominação dos macedônios, Alexandre o Grande.
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O Império Romano foi o período pós-republicano da antiga civilização romana, caracterizado por uma forma de governo autocrática liderada por um imperador e por extensas possessões territoriais em volta do mar Mediterrâneo na Europa, África e Ásia. A república que o antecedeu ao longo de cinco séculos encontrava-se numa situação de elevada instabilidade, na sequência de diversas guerras civis e conflitos políticos, durante os quais Júlio César foi nomeado ditador perpétuo e assassinado em 44 a.C