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Evolução da Contabilidade X Perícia Contábil

By lulu hm
  • 4000 BCE

    Surgimento da Contabilidade (4000 a.c.)

    Surgimento da Contabilidade (4000 a.c.)
    A Contabilidade surgiu juntamente com a perícia.
    Vários pesquisadores revelam que os primeiros sinais da contabilidade foram constatados a 4000 a.c.; atrelado a ela, a perícia tem seus primeiros vestígios, constatado na antiga civilização do Egito e “na Grécia antiga com o início da sistematização dos conhecimentos jurídicos, observando-se, à época, a utilização de especialistas em determinados campos para proceder à verificação e ao exame de determinadas matérias” .
  • Period: to

    Perito como Auxiliar da Justiça

    Foi no Século XVII que se identificou a figura do perito como auxiliar da justiça e o perito extrajudicial, diversificando assim a especialidade do trabalho de perito contábil. O árbitro – juiz – não pode mais se utilizar do seu poder de magistrado para exercer uma função que foge à sua jurisdição. Para esse fim deve-se amparar de especialista, que na sua imparcialidade, desenvolva um laudo ou parecer, onde expresse a veracidade dos fatos sem qualquer vício.
  • Period: to

    Desenvolvimento do Comércio Europeu

    Durante o século XVIII a contabilidade experimentou um grande desenvolvimento na Europa, uma vez que esse continente apresentava-se como berço do comércio. Por conta disso, o desenvolvimento da perícia como instrumento de prova se tornou presente principalmente na Grécia, França, Inglaterra e Itália.
  • 1ª Escola de Contabilidade

    1ª  Escola de Contabilidade
    A Escola de Comércio Álvares Penteado, criada em 1902, foi a primeira escola especializada no ensino da contabilidade. Nesta instituição, professores de grandes nomes, como Francisco D’Auria, Frederico Herrmann Júnior, Coriolano Martins, abriram portas para a pesquisa contábil.
  • Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da USP

    Faculdade  de Ciências  Econômicas  e  Administrativas da USP
    Fundação da Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da USP, quando o Brasil ganha seu primeiro núcleo efetivo, contribuindo com o surgimento dos escritores da literatura contábil nacional.
  • Regulação da Profissão de Contabilista (Decreto-lei nº 9.295)

    Regulação da Profissão de Contabilista (Decreto-lei nº 9.295)
    A profissão do contabilista é regulamentada pelo Decreto-lei nº 9295/46 de 27 de maio de 1946.
  • Perícia Judicial e Extrajudicial (Decreto-lei nº 9.295)

    Perícia Judicial e Extrajudicial (Decreto-lei nº 9.295)
    Estabelece como privativo dos contadores diplomados o exercício de “perícias judiciais ou extra-judiciais, revisão de balanços e de conta em geral, verificação de haveres revisão permanente ou periódica de escritas, regulações judiciais ou extra-judiciais de avarias grossas ou comuns, assistência aos Conselhos Fiscais das sociedades anônimas e quaisquer outras atribuições a elas conferidas.” Neste decreto-lei já é possível ver a classificação da perícia, em judicial e extrajudicial.
  • Period: to

    Milagre Econômico e Reconhecimento da Profissão de Contador

    Até a década de 1960, os profissionais contábeis no Brasil eram ainda conhecidos como “guarda-livros”, expressão que se tornou obsoleta com o milagre econômico de 1970, trazendo uma grande aceleração da economia e, conseqüentemente, aumentando o reconhecimento da profissão contábil.
  • Função e Atuação do Perito (Lei nº 5.869)

    Função e Atuação do Perito (Lei nº 5.869)
    O artigo nº145 da lei nº 5.869 de 11 de janeiro de 1973, clarifica a função e atuação do perito-contador na sociedade, dizendo que estes serão escolhidos entre profissionais de nível universitário, devem estar devidamente inscritos no órgão de classe competente e comprovarão sua especialidade na matéria sobre a qual deverão opinar mediante certidão do órgão profissional em que estiverem inscritos.
  • Resoluções Complementares

    Resoluções Complementares
    Resoluções complementares ao Decreto-lei nº 9295/46 de 27 de maio de 1946, dispondo sobre as prerrogativas profissionais, e sendo especificado pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade nº 560 de 28 de outubro de 1983.