-
A sociedade como uma composição complexa de “átomos”, que são os indivíduos; -
Empirismo.
Contratualismo.
Liberalismo político (Inclusive recebeu a alcunha de “Pai do liberalismo”) -
Foi um crítico do absolutismo e do catolicismo, defensor da democracia, sendo sua obra mais destacada “O Espirito das Leis”, publicada em publicação em 1748, um tratado de teoria política, no qual aponta para a divisão dos três poderes (executivo, legislativo e judiciário). -
Rousseau era a favor do “contrato social”, forma de promover a justiça social que dá nome a sua principal obra. Apregoava que a propriedade privada gerava a desigualdade entre os homens. Segundo ele, os homens teriam sido corrompidos pela sociedade quando a soberania popular tinha acabado. -
As ideias de Condorcet a favor da liberdade econômica, da tolerância religiosa, das reformas legais e educacionais e contra a escravidão fazem dele uma figura típica do Iluminismo, ainda que pertencente à nobreza. -
A visão utópica de Saint-Simon assentava numa total reestruturação da sociedade francesa com base numa organização industrial. Em vez de ter um governo – defendia ele – a França deveria ter uma administração, tal como acontece com as grandes fábricas, que não são necessariamente geridas por quem as possui. -
Hegel desenvolveu o chamado idealismo absoluto, utilizado como base para várias áreas do conhecimento como a política, a psicologia, a arte, a religião e a filosofia. A teoria afirma que quaisquer contradições e dialéticas podem ser resolvidas com a criação de um modelo que pode refletir no indivíduo e no Estado. -
David Ricardo tornou-se conhecido por suas teorias, entre elas destacam-se: “a teoria das vantagens comparativas”, que constituem a base essencial da teoria do comércio internacional, onde demonstrou que duas nações podem beneficiar-se mutuamente do comércio livre, mesmo que uma delas seja menos eficiente na produção -
Ele defendia a propriedade privada, a não intervenção do Estado na economia e a liberdade contratual entre patrões e empregados. Assim, o papel do Estado deveria ser apenas de manter a segurança pública e a ordem e garantir o direito de propriedade privada e as liberdades individuais das pessoas.