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Monarquia no século XVIII em Portugal

  • Reinado de D. João V

    Reinado de D. João V
    Nasceu em Lisboa, no Palácio da Ribeira, em 22 de Outubro de 1689 e morreu em Lisboa em 31 de Julho de 1750, estando sepultado em São Vicente de Fora. Foi jurado príncipe herdeiro em 1º de Dezembro de 1697 e tornou-se o 24º Rei de Portugal em 9 de Dezembro de 1706. Morto seu irmão mais velho, do mesmo nome, em 30 de Agosto de 1688, tinha apenas um mês de vida quando foi proclamado Príncipe Herdeiro em ato solene na presença da Corte, e por morte de seu pai, em Dezembro de 1706, subiu ao Trono.
  • Bartolomeu de Gusmão lança um aeróstato

    Bartolomeu de Gusmão lança um aeróstato
    Foi baptizado com o nome simplesmente de Bartolomeu Lourenço, em 19 de Dezembro de 1685, na Igreja Paroquial da vila de Santos pelo padre Antônio Correia Peres. Era o quarto filho de Francisco Lourenço Rodrigues e Maria Álvares. Será mais tarde, em 1718, que adopta a si o apelido de Gusmão em homenagem ao preceptor e protector jesuíta Alexandre de Gusmão[1].
    O casal teria tido ao todo doze descendentes, seis homens e seis mulheres, um dos quais, Alexandre de Gusmão, viria a se tornar importante.
  • Construção do Palácio Nacional de Mafra

    Construção do Palácio Nacional de Mafra
    Em 1715, foi fundado o Convento de Nossa Senhora e Santo António de Mafra, que pertencia à província eclesiástica da Arrábida. Teve origem numa comunidade do Hospício do Espírito Santo. Em 1730, sagrada a Igreja de Nossa Senhora e Santo Antônio, junto de Mafra, foi para lá transferida a sobredita comunidade. Entre 1771 e 1791, por breve de Clemente XIV, de 4 de Julho de 1770, a requerimento do Marquês de Pombal, foi ocupado pelos Cônegos Regulares. de Santo Agostinho de Santa Cruz de Coimbra.
  • Fundação da Academia Real da História Portuguesa

    Fundação da Academia Real da História Portuguesa
    A instituição deve a sua fundação à acção política de D. António Caetano de Sousa e de D. Francisco Xavier de Meneses (1673-1743), o 4º conde da Ericeira, que conseguiram obter o interesse do rei D. João V, para o então moderno estudo da História. Esse interesse levou a que, por Decreto de 8 de Dezembro de 1720, a Academia de História Portuguesa, nascida de um conjunto de reuniões iniciadas em 1717 sob o impulso do 4.º conde da Ericeira, ganhasse protecção do monarca.
  • Construção do aqueduto das águas livres

    Construção do aqueduto das águas livres
    O Aqueduto das Águas Livres é um complexo sistema de captação, adução e distribuição de água à cidade de Lisboa, em Portugal, e que tem como obra mais emblemática a grandiosa arcaria em cantaria que se ergue sobre o vale de Alcântara, um dos bilhetes postais de Lisboa. O Aqueduto foi construído durante o reinado de D. João V, com origem na nascente das Águas Livres, em Belas, e foi sendo progressivamente reforçado e ampliado ao longo do século XIX. Resistiu incólume ao Terramoto de 1755.
  • Construção da Igreja dos Clérigos

    Construção da Igreja dos Clérigos
    A história da Igreja dos Clérigos, remonta à Irmandade dos Clérigos, que havia chegado ao Porto. A Irmandade resultou da fusão de três instituições de beneficência: Confraria dos Clérigos Pobres de Nossa Senhora da Misericórdia, fundada em 1630; a Irmandade de S. Filipe de Nery, fundada em 1665; e por último, a Confraria dos Clérigos de S. Pedro. Foram criadas na cidade durante o século XVII, com a finalidade de socorrer clérigos em dificuldades. A nova entidade acabaria logo por juntar capital
  • Reinado D. josé

    Reinado D. josé
    O reinado de José I é sobretudo marcado pelas políticas do seu primeiro-ministro, o Marquês de Pombal, que reorganizou as leis, a economia e a sociedade portuguesas, transformando Portugal num país moderno. A 1° de novembro de 1755, D.José I e a sua família sobrevivem à destruição do Paço Real no Terremoto de Lisboa por se encontrarem na altura a passear em Santa Maria de Belém.
  • Fundação da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão

    Fundação da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão
    Em 1755, Sebastião de Melo já era primeiro-ministro do reino. Governou com mão de ferro, impondo a lei a todas as classes, desde os mais pobres até à alta nobreza. Impressionado pelo sucesso económico inglês, tentou, com êxito, implementar medidas que incutissem um sentido semelhante à economia portuguesa.
  • Terramoto de lisboa

    Terramoto de lisboa
    O terramoto fez-se sentir na manhã de 1 de Novembro de 1755 às 9:30[2] ou 9:40 da manhã,[3] dia que coincide com o feriado do Dia de Todos-os-Santos. O epicentro não é conhecido com precisão, havendo diversos sismólogos que propõem locais distanciados de centenas de quilómetros. No entanto, todos convergem para um epicentro no mar, entre 150 a 500 quilómetros a sudoeste de Lisboa.
  • Instituída a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro

    Instituída a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro
    Durante o reinado de D. José I, por iniciativa do seu ministro, Sebastião José de Carvalho e Melo, foi criada a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, com sede no Porto, com o objectivo de limitar a preponderância dos ingleses no comércio dos vinhos do Alto Douro e resolver a crise porque então passava aquela região.
    A resistência e a hostilidade dos ingleses e de boa parte da burguesia de negócios do Porto quanto à Companhia, antes e depois da sua formação.
  • O Marquês de Pombal expulsa os jesuítas

    O Marquês de Pombal expulsa os jesuítas
    Após o Sismo de Lisboa de 1755, percebendo no episódio uma oportunidade para reforma dos costumes e da moral, o padre jesuíta Gabriel Malagrida escreveu um opúsculo sobre moral[1] do qual ofereceu exemplares a José I de Portugal e ao marquês de Pombal. Este último, entretanto, entendeu a oferta e as exortações moralistas do religioso como uma insinuação acusatória, pelo que desterrou o religioso para Setúbal.
  • O Marquês de Pombal expulsa os jesuítas

    O Marquês de Pombal expulsa os jesuítas
    Após o Sismo de Lisboa de 1755, percebendo no episódio uma oportunidade para reforma dos costumes e da moral, o padre jesuíta Gabriel Malagrida escreveu um opúsculo sobre moral[1] do qual ofereceu exemplares a José I de Portugal e ao marquês de Pombal. Este último, entretanto, entendeu a oferta e as exortações moralistas do religioso como uma insinuação acusatória, pelo que desterrou o religioso para Setúbal.
  • Fundação do Real Colégio dos Nobres

    Fundação do Real Colégio dos Nobres
    O Colégio dos Nobres foi fundado, no quadro do iluminismo que se pretendia fazer chegar a Portugal, por iniciativa do primeiro-ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, então ainda conde de Oeiras. A carta de lei de D. José I que lhe aprova os estatutos tem a data de 7 de Março de 1761 e destina-lhe como instalações o extinto colégio e noviciado jesuíta da Cotovia, em Lisboa, vago devido à expulsão daquela ordem religiosa.
  • O Marquês de Pombal e o decreto "primeira nobreza da corte"

    O Marquês de Pombal e o decreto "primeira nobreza da corte"
    Em 5 de Outubro de 1768 obrigou por decreto a "primeira nobreza da corte" (principais titulares do reino de Portugal, na altura chamados de "puritanos", i.e., aqueles que em prol da limpeza de sangue praticavam uma estrita endogamia, de maneira a evitar que nas suas linhagens entrasse "mancha de nação impura" - judeus ou mouricos) a casar fora do seu grupo social ou com linhagens com menores garantias de pureza.
  • O Marquês de Pombal extinguiu as diferenças entre cristãos-velhos e cristãos-novos.

    O Marquês de Pombal extinguiu as diferenças entre cristãos-velhos e cristãos-novos.
    Em 25 de Maio de 1773 fez promulgar uma lei que extinguia as diferenças entre cristãos-velhos (católicos sem suspeitas de antepassados judeus) e cristãos-novos, tornando inválidos todos os anteriores decretos e leis que discriminavam os cristão-novos e impunham critérios de "limpeza de sangue".
  • O marquês de Pombal e o Tribunal do Santo Ofício

    O marquês de Pombal e o Tribunal do Santo Ofício
    Sebastião José de Carvalho e Melo, primeiro Conde de Oeiras e Marquês de Pombal (Lisboa, 13 de Maio de 1699 – Pombal, 8 de Maio de 1782[1]) foi um nobre, diplomata e estadista português. Foi secretário de Estado do Reino durante o reinado de D. José I (1750-1777), sendo considerado, ainda hoje, uma das figuras mais controversas e carismáticas da História Portuguesa. 1- Origens
  • Reinado de D. Maria I de Portugal

    Reinado de D. Maria I de Portugal
    Embora D. Maria I seja tradicionalmente reconhecida como a primeira Rainha reinante em Portugal, isso é questionável, visto que Teresa de Leão já havia sido reconhecida como tal pelo papa, em 1112. Seu primeiro acto como rainha, iniciando um período que ficou conhecido como a Viradeira, foi a demissão e exílio da corte do marquês de Pombal, a quem nunca perdoara a forma brutal como tratou a família Távora durante o Processo dos Távoras.
  • Inauguração do palácio de queluz

    Inauguração do palácio de queluz
    Ir para: navegação, pesquisa A Fachada de Cerimónia do Palácio de Queluz, edifício de traços neoclássicos com fonte rococó em primeiro plano
    O Palácio Real de Queluz (também chamado de Palácio Nacional) é um palácio do século XVIII localizado na cidade de Queluz no concelho de Sintra, distrito de Lisboa. Um dos últimos grandes edifícios em estilo rococó erguidos na Europa, o palácio foi construído como um recanto de verão para D. Pedro de Bragança, que viria a ser mais tarde marido e re
  • Fundação da Academia Real das Ciências

    Fundação da Academia Real das Ciências
    A Academia foi fundada no reinado de Dona Maria I em 24 de Dezembro de 1779 - em pleno Iluminismo - como Academia Real das Ciências (segundo a grafia da época: Academia Real das Sciências). O seu primeiro presidente e grande mentor foi o Duque de Lafões e o primeiro secretário foi Domingos Vandelli, sendo procedido do Abade Correia da Serra. Depois da implantação da república, passou designar-se "Academia das Ciências de Lisboa".
  • Fundação da Real Casa Pia de Lisboa

    Fundação da Real Casa Pia de Lisboa
    A instituição remonta à fundação da Real Casa Pia de Lisboa (Lisboa, 3 de julho de 1780), por Pina Manique, intendente-geral da Polícia sob o reinado de Maria I de Portugal. Destinava-se à educação de órfãos e à recuperação, através do trabalho, de mendigos e vadios.
    As oficinas da Casa Pia tornaram-se centros importantes de produção, fornecendo material para a Marinha Portuguesa e para o Exército Português, assim como centros de formação profissional: os mestres formados na Casa Pia.