Industrialização Brasileira

Timeline created by Caroline Rasga
  • Getúlio Vargas 1930-1955

    Getúlio Vargas 1930-1955
    1º Revolução Industrial - Getúlio Vargas
    (Criação da CSN, Petrobrás e Vale do Rio Doce)
    O primeiro governo de Getúlio Vargas foi decisivo para a industrialização brasileira.
    Ele conseguiu tecnologia e financiamento dos Estados Unidos para a construção da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN)
    -Durante o governo a industrialização teve um avanço significativo
    -Houve investimento em infraestrutura
    -Com o plano de meta, houve investimento em energia e transporte
    -Grande mercado consumidor
  • Getúlio Vargas 1930-1955

    Getúlio Vargas 1930-1955
    -A melhoria dos meios de transporte (malha ferroviária e malha rodoviária, principalmente) para facilitar a distribuição dos produtos;
    -A criação das Leis Trabalhistas pelo governo de Getúlio.
  • Period: to

    Industrialização Brasileira

  • Getúlio Vargas e a Industrialização

    Getúlio Vargas e a Industrialização
    Caracterizado pela nacionalização da economia, em que foi adotado o modelo de Substituição das Importações, criando as chamadas indústrias de base necessárias para o impulso de outros ramos industriais. Foram criadas neste período a Companhia Siderúrgica Nacional, importante centro de produção de aço, a Companhia Vale do Rio Doce, atual Vale, empresa responsável pela exploração dos diversos minerais utilizados pelas indústrias e criou a Petrobras, importante produtora de energia.
  • Consolidação das Leis do Trabalho na Era Vargas

    Consolidação das Leis do Trabalho na Era Vargas
    A Consolidação das Leis do Trabalho foi um conjunto de regras criadas para proteger o trabalhador. A lei que estabelece a CLT data de 1º de maio 1943, mas as normas em favor do trabalhador começam ainda no início do governo de Getúlio Vargas, nos anos 30. Entre os direitos garantidos, estão o salário mínimo, a carteira de trabalho, a jornada de oito horas, as férias remuneradas, a previdência social e o descanso semanal.
  • Juscelino Kubitschek 1956-1961

    Juscelino Kubitschek 1956-1961
    Juscelino Kubitschek assumiu a presidência em janeiro de 1955 com a promessa de realizar “cinquenta anos em cinco”.
    Maior enfrentamento aos obstáculos à industrialização;
    Plano de Meta–50 anos em 5 (2/3 do orçamento para energia e transporte) Empréstimos
    Forte participação do capital estrangeiro–internacionalização da economia–multinacionais.
  • Juscelino Kubitschek 1956-1961

    Juscelino Kubitschek 1956-1961
    Para cumprir com esse objetivo, o governo federal elaborou o Plano de Metas, que previa um acelerado crescimento econômico a partir da expansão do setor industrial, com investimentos na produção de aço, alumínio, metais não-ferrosos, cimento, álcalis, celulose, borracha, construção naval, maquinaria pesada e equipamento elétrico.
    A gestão de Juscelino Kubitschek também foi marcada pela realização de um programa de obras públicas com destaque para construção da nova capital federal, Brasília.
  • 50 anos em 5: O plano de Metas

    50 anos em 5: O plano de Metas
    O Plano de Metas de Juscelino foi elaborado com base em estudos e diagnósticos realizados desde o início da década de 1940 por diversas comissões e missões econômicas .Os estudos da Comissão Mista, assim como os do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e os da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe, indicavam a necessidade de eliminar os "pontos de estrangulamento" da economia brasileira. Tratava-se de setores críticos que não permitiam um adequado funcionamento da economia.
  • 50 anos em 5: O plano de Metas de JK

    50 anos em 5: O plano de Metas de JK
    A premissa do Plano de Metas, planejado pouco antes da posse de JK, era, assim, a superação desses obstáculos estruturais. As metas deveriam ser definidas e implementadas em estreita harmonia entre si, para que os investimentos em determinados setores pudessem refletir-se positivamente na dinâmica de outros. O crescimento ocorreria em cadeia. A meta de mecanização da agricultura, por exemplo, indicava a necessidade de fabricação de tratores, prevista na meta da indústria automobilística.
  • 1964 a década de 1980: (Ditadura)

    1964 a década de 1980: (Ditadura)
    Presidentes do Brasil neste período:
    -Castello Branco (1964 a 1967);
    -Costa e Silva (1967 a 1969);
    -Governo Provisório – Junta Militar (Augusto Hamann Rademaker Grünewald; Aurélio Lyra Tavares; Márcio de Souza Mello – 31.08.1969 a 30.10.1969): assumiram a Chefia do Governo por força do Ato Institucional nº 12/69, durante o impedimento temporário do Presidente da República;
    Emílio Médici (1969 a 1974);
    Ernesto Geisel (1974 a 1979);
    João Figueiredo (1979 a 1985);
  • O início do governo militar e sua relação com a industrialização brasileira

    O início do governo militar e sua relação com a industrialização brasileira
    Os primeiros momentos dos governos militares não foram marcados por grandes avanços na industrialização brasileira, nem pelos grandes projetos, pois o país enfrentava um grave quadro de endividamento externo.
    Então, esse primeiro período dos governos militares, que vai dos anos de 1964 até 1967, foi marcado por uma retração na economia e pouco crescimento da industrialização brasileira.
  • Period: to

    Governos Militares e a Industrialização

    Os diversos presidentes que formavam o período militar, apresentaram duas características marcantes: modernização da economia e autoritarismo político. A modernização da economia se via aprofundamento da dívida externa.
    Ao longo dos governos militares, foram surgindo sinais de desgaste do modelo político-econômico adotado nesse período. A década de 1980, conhecida como “a década perdida”, pois neste período o Brasil vivenciou os maiores índices de inflação, com constantes correções monetárias.
  • Zona Franca de Manaus

    Zona Franca de Manaus
    A Zona Franca de Manaus é um modelo econômico de desenvolvimento que foi estabelecido na cidade de Manaus em 1967
    No Brasil, esse período esteve impulsionado pela forte industrialização pelo qual o país estava passando depois do governo de Juscelino Kubitschek.
    Ainda no governo de Juscelino Kubistchek a Lei nº 3.173, de 6 de junho de 1957, criou uma Zona Franca na cidade de Manaus, que alterou e regulamentou a Lei anterior e ainda, aumentou os limites para além da cidade de Manaus.
  • Zona Franca de Manaus

    Zona Franca de Manaus
    A Zona Franca de Manaus possui um forte impacto econômico na região, já que emprega mais de meio milhão de pessoas.
    Sua criação foi muito importante na medida que permitiu a industrialização e desenvolvimento da região, que até então estava concentrado na região Sudeste do país.
    A integração entre os Estados da região foi se consolidando com o passar dos anos. Além disso, vale ressaltar que ela foi essencial para aumentar a população da região, uma das menores demografias do país.
  • O milagre brasileiro

    O milagre brasileiro
    A partir de 1968, o País experimentou uma nova fase de sua economia e de seu processo de industrialização brasileira. A recuperação financeira, fruto da reforma tributária, criação de fundos de poupança compulsória (PIS, PASEP, FGTS) e ampliação do crédito lançaram bases para o momento considerado o “milagre brasileiro”.
  • O milagre brasileiro

    O milagre brasileiro
    Como forma de legitimar o seu poder autoritário, os governos ditatoriais investiram fortemente em obras de impacto, em áreas como transporte e energia. Dentre essas obras podemos destacar a Usina Hidrelétrica de Itaipu.
    A implantação da usina nuclear de Angra é outra marca do investimento em energia do período. Também podemos citar a ponte Rio-Niterói, expressão da modernidade e de grande complexidade.
  • Nova República

    Nova República
    A Nova República consiste no período que se seguiu ao governo militar representado pela democratização política e pela estabilização econômica.
    Em 1984, o movimento Diretas Já mobilizou milhões de brasileiros que pediam eleições diretas para presidente. A Câmara dos Deputados, no entanto, não aprovou e o Colégio Eleitoral elegeu o deputado oposicionista Tancredo Neves.
    Tancredo não chegou a tomar posse – falecendo vítima de infecção hospitalar. Assim, o vice José Sarney, assumiu.
  • José Sarney 1985-1990

    José Sarney 1985-1990
    O governo Sarney ficou marcado na história da República brasileira como o governo da “década perdida”, em virtude do mau crescimento econômico do período. Herdando as consequências do esgotamento das políticas econômicas da ditatura militar, o objetivo principal de seu governo foi conciliar a reformulação das instituições políticas em um sentido democrático representativo e de encontrar soluções para manter uma estabilidade econômica.
  • Plano Cruzado

    Plano Cruzado
    O principal desafio do primeiro governo da “Nova República” era conter a inflação dos preços, que em 1985 chegou a 235% ao ano. A solução encontrada pela equipe econômica formada por Sarney encontra-se no “Plano Cruzado”, anunciado em fevereiro de 1986, cujas principais medidas eram: congelamento de preços; substituição da moeda corrente do país, do cruzeiro para o cruzado (daí o nome do plano); gatilho salarial, uma medida de aumento dos salários toda vez que a inflação atingisse 20% ao mês.
  • Fernando Collor de Mello 1989-1992

    Fernando Collor de Mello 1989-1992
    Em 1989, Fernando Collor de Mello venceu as primeiras eleições diretas para presidente realizadas desde 1960. Praticamente desconhecido no resto do país, sua campanha foi baseada na promessa de combate à corrupção e da construção de uma imagem de líder jovem e dinâmico. Após dois anos de governo, o Congresso Nacional instaurou uma CPI cujas conclusões levam ao pedido de afastamento do presidente. Por fim, Collor renunciou ao cargo para evitar o impeachment.
  • Fernando Collor de Mello 1989-1992

    Fernando Collor de Mello 1989-1992
    A popularidade do presidente começou a ruir já no dia seguinte com o lançamento do Plano Collor. Esse plano econômico buscava resolver o problema da inflação no Brasil e apresentou várias medidas de choque. Entre essas medidas, uma já era bastante conhecida pela população na época: o congelamento de preços.
  • Plano Collor

    Plano Collor
    Houve também um reajuste salarial e abertura do país para mercadorias importadas.
    A inflação até que cedeu às medidas de choque tomadas pelo governo, mas, no final de 1990, estava em crescimento novamente. O governo ainda procurou enxugar os gastos públicos e reduziu o número de ministérios (passando de 23 para 12 ministérios), demitiu funcionários públicos e começou um processo de privatização de estatais. Houve também aumento de impostos.
  • Plano Collor

    Plano Collor
    O governo de Collor herdou o alto índice inflacionário de 1764,8%, do governo antecessor. A política econômica de Collor foi de caráter neoliberal, e pretendia adotar a mínima intervenção do Estado nesse plano. O primeiro pacote econômico desse governo, propôs:
    -Congelamento de preços e aumento das taxas de juros;
    -Cortes de despesas públicas, elevação de impostos e demissão de funcionários públicos;
    -Privatizações de empresas estatais, como, por exemplo, as Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais;
  • Plano Collor

    Plano Collor
    -Facilitou a entrada de mercadorias estrangeiras, com a redução de impostos sobre mercadorias importadas;
    -Dentre outras medidas que afetaram, principalmente, a classe média, como o bloqueio da retirada de depósitos bancários superiores ao valor de 50 mil cruzados novos.
    Esse plano econômico gerou forte recessão no país, apesar de conter a inflação. A diminuição das taxas sobre importação induziu a redução dos preços das mercadorias nacionais, criando o encolhimento do comércio.
  • Neoliberalismo de Collor e as sua privatizações

    No governo Collor, no início da década de 1990, os produtos importados passaram a invadir o mercado brasileiro, com a redução dos impostos de importação. A oferta de produtos cresceu e os preços de algumas mercadorias caíram ou se estabilizaram. Os efeitos iniciais destas medidas indicavam que o governo estava no caminho certo, ao derrotar a inflação que havia atingido patamares elevados no final da década de 1980 e início da década de 1990, mas isso durou pouco tempo.
  • Neoliberalismo de Collor e as sua privatizações

    Ao mesmo tempo, o governo passou a incentivar os investimentos externos no Brasil mediante incentivos fiscais e privatização das empresas estatais. Porém, estes investimentos chegaram um pouco mais tarde, dado o receio dos investidores frente à instabilidade econômica do país naquele momento. O processo acelerado de abertura econômica, mais intenso no governo FHC, fez com que muitas empresas não conseguissem se adaptar às novas regras de mercado, levando-as à falência ou a vender seu patrimônio
  • Period: to

    Industrialização na década de 1990 (Collor e FHC)

    A década de 1990 é marcada pela implementação do modelo político-econômico neoliberal na administração pública federal, onde surgem as ondas de privatizações de nossas estatais. Período em que há um processo de desregulamentação da economia por meio da flexibilização das leis trabalhistas, maior abertura do mercado nacional para produtos, capitais e serviços internacionais, além da redução de investimentos em setores sociais e criação de agências reguladoras.
  • Period: to

    Industrialização na década de 1990 (Collor e FHC)

    A onda de desconcentração espacial das indústrias que já vinha sendo registrada desde a década de 1970 sofre um efeito catalisador a partir desse período, por meio da chamada Guerra Fiscal, em que cidades em vários pontos do Brasil oferecem incentivos, e até mesmo renúncias fiscais e financiamento do parque industrial de empresas, no intuito de hospedar empreendimentos.
  • Impeachment de Collor

    Impeachment de Collor
    Acusado de envolvimento em corrupção e fraudes financeiras, houve grande agitação nas ruas
    Motivos do Impeachment
    Durante a campanha, Collor se destacava por propor o combate à corrupção.
    Quando tomou posse, instituiu o Plano Collor e confiscou depósitos bancários que ultrapassassem a quantia de 50 mil cruzeiros, mas o plano não foi bem-sucedido
    o Senado se reuniu para votar o impeachment. Poucos minutos depois de iniciada a sessão, o advogado de defesa de Collor anunciou a sua renúncia.
  • Itamar Franco 1992-1995

    Itamar Franco 1992-1995
    O governo de Itamar Franco foi resultado do impeachment de Fernando Collor de Mello, Itamar acabou governando o Brasil no restante do mandato que seria de Collor. Assumiu a presidência em 1992 e saiu em 1995.
    Esse governo ficou marcado por ter estabilizado a economia controlado a inflação. Isso ocorreu por meio da nomeação de Fernando Henrique Cardoso ao Ministério da Fazenda. O trabalho dele e sua equipe de economistas na estabilização da inflação no Brasil efetivou-se por meio do Plano Real.
  • Plano Real

    O grande desafio de Itamar Franco na presidência foi o mesmo de Sarney e Collor: a crise econômica e a alta da inflação. Essa crise arrastava-se desde a década de 1980, e o Brasil havia passado por uma série de planos econômicos – todos fracassados –, havia mudado de moeda diversas vezes, mas a inflação continuava alta.
    Durante os primeiros meses de seu governo, Itamar Franco patinou na questão econômica
  • Plano Real

    Plano Real
    O Plano Real foi um momento importante na história recente do Brasil. Esse plano foi criado por Fernando Henrique Cardoso e sua equipe de economistas do Ministério da Fazenda. Os economistas convidados por FHC estiveram envolvidos com outros planos econômicos elaborados em outros governos. Na gestão de Itamar Franco, esses economistas puderam corrigir seus erros e criar um plano diferente do que até então havia sido feito.
  • Plano Real

    Plano Real
    De imediato, o Plano Real mostrou ser de sucesso, pois fez com que a inflação no Brasil caísse consideravelmente.
    Algumas críticas foram realizadas na época à quantidade de privatizações na gestão de Itamar Franco, além de o Plano Real ter aumentado o desemprego e mantido o poder de compra do trabalhador nivelado por baixo. Ainda assim, o fim da inflação alta acabou gabaritando Fernando Henrique Cardoso como candidato à presidência do Brasil.
  • Fernando Henrique Cardoso 1995-2002

    Fernando Henrique Cardoso 1995-2002
    Fernando Henrique Cardoso governou o Brasil entre 1995 e 2002. Nesse período, a economia foi estabilizada após anos de recessão econômica, a qual foi provocada pelo alto gasto dos governos militares. Também ocorreu um grande movimento de privatizações durante o governo de FHC. O presidente vendeu para a iniciativa privada e colocou no mercado financeiro (mercado de ações) grande parte das empresas públicas brasileiras.
  • Privatizações no governo FHC

    Privatizações no governo FHC
    Ocorreu um grande movimento de privatizações durante o governo de FHC. O presidente vendeu para a iniciativa privada e colocou no mercado financeiro grande parte das empresas públicas brasileiras.
    Essa políticas de privatização renderam a aclamação de setores ligados à direita liberal (que estavam ansiosos pela estabilização e crescimento do mercado financeiro no país) e a crítica dos setores mais alinhados à esquerda (que queriam o crescimento da máquina pública).
  • Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) 2003-2011

    Luiz Inácio Lula da Silva (Lula) 2003-2011
    O governo de Lula ficou marcado por ser um período de intenso crescimento econômico do Brasil, mas teve sua credibilidade abalada por escândalos de corrupção.
    O governo de Lula, colocou em prática uma política econômica que trouxe resultados positivos para o Brasil em diferentes aspectos. O controle da inflação e a garantia da estabilidade do Real foram focos do governo Lula, pois o grande temor, principalmente do mercado financeiro, era de que o governo não conseguiria controlar esses índices.
  • Política econômica do governo Lula

    Política econômica do governo Lula
    Na questão da inflação, o governo Lula iniciou o mandato com uma inflação de 12,53%, herdada do governo de FHC. Em 2006, a inflação havia alcançado 3,14%, e Lula encerrou seu governo com a inflação em alta, fechando em 5,90%. Outros índices econômicos do governo Lula também foram positivos, como o crescimento do PIB. Isso, em grande parte, aconteceu pelo crescimento econômico de países como a China, que se transformou na principal parceira econômica do Brasil.
  • Política econômica do governo Lula

    Outras questões relacionadas diretamente à economia que tiveram resultados positivos durante o governo de Lula foram a criação de empregos e a melhoria da condição econômica de grande parte da população. A respeito disso, destaca-se a criação de cerca de 10 milhões de empregos formais, além do crescimento da classe C, que esteve diretamente ligado com o crescimento do salário-mínimo e com o aumento da disponibilização de crédito.
  • Period: to

    Política econômica do governo Lula

    O governo diminuiu certos impostos, como o Imposto sobre Produtos Industrializados, que tributa sobre os eletrodomésticos, por exemplo.
    Assim, as indústrias não repassaram o aumento para o consumidor fazendo com que o mercado interno ajudasse a manter a economia brasileira estável.
    Por causa desta crise e do bom momento que atravessava a economia brasileira, empresários e trabalhadores estrangeiros começaram a vir ao Brasil para investir e tentar a vida por aqui.
  • Dilma Rousseff 2011-2016

    O governo de Dilma Rousseff deu continuidade a política do governo antecessor de Luiz Inácio Lula da Silva, também do Partido dos Trabalhadores. Desse modo, foram mantidos os programas de assistência social como “Bolsa Família” e “Minha Casa, minha vida”. Economicamente, a pauta neoliberal continuou sendo adotada. Os problemas sociais do país foram incumbidos à iniciativa privada, por meio de programas que investiam dinheiro público no setor privado (“Minha casa, minha vida”, “Pro-uni” e etc).
  • Dilma Rousseff 2011-2016

    Dilma Rousseff 2011-2016
    Quando Dilma assumiu a presidência havia forte recessão econômica mundial, tentando reverter essa crise, aumentaram os investimentos na infraestrutura do país por meio do Programa de Aceleração do Crescimento.
    As taxas de juros foram reduzidas. Essas medidas, no entanto, não contiveram a crise econômica, que acarretou em uma crise política do governo Dilma. A crise política piorou, porque o governo Dilma não conseguiu apoio para as pautas que propôs ao Congresso Nacional.
  • Crise econômica e manifestações

    Crise econômica e manifestações
    A crise econômica que abateu a classe trabalhadora e setores proletarizados da população não foi empecilho para o governo investir verbas bilionárias para a realização da Copa das Confederações no Brasil. Em junho de 2013, os brasileiros tomaram as ruas em protesto contra a precarização, sendo o alto custo das passagens do transporte público uma das questões principais levantadas pelos manifestantes.
  • Crise econômica e manifestações

    Crise econômica e manifestações
    As manifestações de junho de 2013 ocorreram em diversas cidades do país, destacadamente São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, que contaram com atos com até um milhão de pessoas. Em represália, grupos de manifestantes foram processados e presos por meses. A insatisfação popular com o governo Dilma cresceu significativamente nesse período.
  • O Impeachment de Dilma

    O Impeachment de Dilma
    No segundo mandato de Dilma a situação econômica brasileira se agravou ainda mais, e no ano de 2015 foi registrado PIB negativo no país. As taxas de desemprego e de inflação cresceram. Os aliados da presidência no Parlamento diminuíram. Manifestantes foram às ruas pedindo o impeachment da presidente, e outros em defesa do governo Dilma, gerando polarização política no país. Em abril de 2016, a maioria dos deputados federais foi favorável ao impedimento do governo Dilma Rousseff.
  • O Impeachment de Dilma

    O Impeachment de Dilma
    Em maio de 2016, a maioria do Senado votou pela abertura de processo de impeachment de Dilma, por crime de responsabilidade fiscal. Os senadores decidiram pelo impeachment de Dilma Rousseff, que foi sucedida pelo vice-presidente Michel Temer, do Partido Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), em 31 de agosto de 2016.
  • Michel Temer 2016-2019

    Michel Temer 2016-2019
    O Governo Temer durou dois anos e ficou marcado como o mais impopular desde o fim do Regime Militar. Durante o governo, Temer foi investigado por suspeita de três crimes: obstrução da Justiça, corrupção passiva e organização criminosa. Após cumprir o mandato presidencial, Michel Temer foi preso, em março de 2019, mas, teve a prisão suspensa por ser considerada constitucionalmente ilegal. O processo que levou Temer à prisão era referente à acusação de desvio de verbas das obras da Usina Angra 3.
  • Michel Temer 2016-2019

    Michel Temer 2016-2019
    Em agosto de 2016, Temer comunicou que estava assumindo a presidência no primeiro pronunciamento em rede nacional de televisão do governo. Nesse pronunciamento indicou os principais objetivos do governo que conduziria, dentre esses objetivos estavam: impor limites para os gastos públicos, iniciar a reforma da previdência, garantir segurança jurídica e estabilidade política.
  • Principais propostas de Temer

    A primeira principal medida do governo de Temer foi a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional que congelou o orçamento dos investimentos públicos por vinte anos, apenas sendo permitidos reajustes de acordo com a inflação.
    Assim, o orçamento dos investimentos públicos da esfera federal permanecerá como o de 2016 pelos vinte anos seguintes, acrescidos do índice da inflação. A PEC 241 impôs a diminuição de destinação de recursos públicos para áreas essenciais como saúde e educação.
  • Principais propostas de Temer

    Principais propostas de Temer
    Em julho de 2017, foi aprovada a Reforma Trabalhista que se propôs a “flexibilizar” a Consolidação das Leis do Trabalho. As principais alterações feitas foram: acordos coletivos entre empregados e empregadores passaram a prevalecer sobre o que está previsto na legislação; a jornada de trabalho pode ser assentida em 12 horas de trabalho e 36 horas de descanso, não podendo ultrapassar 220 mensais; grávidas e lactantes podem trabalhar em locais de baixa e média insalubridade;
  • Jair Bolsonaro 2019-2022

    Jair Bolsonaro 2019-2022
    O Governo Jair Bolsonaro teve início no dia 1.º de janeiro de 2019 e está previsto para terminar no dia 31 de dezembro de 2022. O militar reformado Jair Bolsonaro foi eleito o 38.º presidente do Brasil no dia 28 de outubro de 2018, com 55,13% dos votos válidos no segundo turno das eleições presidenciais, derrotando o candidato do PT, Fernando Haddad, que obteve 44,87% dos votos válidos. Ao fim do mandato, o presidente poderá candidatar-se novamente a uma reeleição para o cargo.
  • Jair Bolsonaro 2019-2022

    Os industriais brasileiros têm uma avaliação positiva do governo Jair Bolsonaro. De acordo com pesquisa divulgada hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 60% deles consideram o governo ótimo ou bom, e apenas 7% avaliam como ruim ou péssimo; 26% acham que o governo é regular.
  • Jair Bolsonaro 2019-2022

    Os dados da Sondagem Especial: Avaliação do Governo pelo Empresário Industrial foram apresentados durante cerimônia na sede da CNI, em Brasília, ocasião em que o presidente Bolsonaro recebeu o Grande Colar da Ordem do Mérito Industrial. Segundo a CNI, a condecoração é “um reconhecimento da indústria brasileira ao esforço do governo federal no avanço de pautas que tornam o Brasil mais moderno e competitivo”.
  • Governo Bolsonaro 2019-2020

    A queda da produção industrial brasileira em 1,1% mostra que a economia não apresenta melhoras e que o governo Bolsonaro erra ao intensificar a pauta sobre produto primário, ao invés de promover um desenvolvimento industrial.
    Segundo o IBGE, queda da produção industrial de 2018 para 2019, interrompe uma sequência de dois anos positivos e também o discurso de “retomada” da economia.